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Seguro afirma que voto à esquerda não conta e pode beneficiar a direita

Seguro diz que o voto nos candidatos apoiados pelo Livre, PCP e BE não conta e pode favorecer a direita; afirma ser o único capaz de derrotar André Ventura

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Seguro alerta que voto à sua esquerda "não conta" e pode ajudar a direita
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  • António José Seguro afirmou num comício no Museu de Portimão, no distrito de Faro, que o voto nos candidatos apoiados pelo Livre, PCP e BE é “meio voto” e pode ajudar a direita, não contando para a segunda volta.
  • SegurO disse ser o único capaz de derrotar André Ventura, vendo o voto nesses candidatos como uma forma de beneficiar o campo político oposto.
  • O candidato alertou que, se as sondagens se confirmarem, o voto nesses candidatos “não conta” para a passagem à segunda volta, deixando a decisão para o dia 18 de janeiro de 2026.
  • Relembrou que basta que haja apenas um candidato na segunda volta e destacou a necessidade de pensar nas consequências do voto nesse dia, na perspetiva de escolher o candidato mais capaz de vencer na primeira volta.
  • A eleição presidencial decorre de 4 a 16 de janeiro, com 11 candidatos; caso nenhum obtenha mais de metade, realiza-se uma segunda volta a 8 de fevereiro entre os dois mais votados.

António José Seguro, candidato presidencial, afirmou hoje que o voto nos candidatos apoiados pelo Livre, PCP e BE não conta, por ser um meio voto que pode favorecer a direita. A declaração ocorreu durante um comício no Museu de Portimão, no distrito de Faro.

Seguro reforçou que o voto nesses candidatos pode não contribuir para o crescimento da esquerda e do centro-esquerda, segundo as suas palavras. Sublinhou ainda que a sua candidatura seria a única capaz de derrotar André Ventura, sem mencionar o nome do adversário.

O candidato explicou que, se as sondagens se confirmarem, determinados candidatos ficarão fora da segunda volta, o que torna o voto nesses concorrentes menos relevante para o objetivo de chegar à segunda volta. Realçou que a escolha pode influenciar o resultado final.

No arranque do discurso, Seguro destacou a urgência das eleições presidenciais de 18 de outubro, referindo-se a um contexto de fragmentação e polarização em Portugal. Afirmou que a campanha atual tem dinâmicas que não eram vistas há 50 anos após o 25 de Abril.

O PS enfatizou que, na segunda volta, apenas os dois mais votados entram, e pediu aos eleitores que ponderem as consequências do seu voto. Garantiu que, se eleito, a sua presidência será de todos os portugueses, com a dissolução da maioria eleitoral no momento da eleição.

As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026. Caso nenhum candidato obtenha maioria, segue-se uma segunda volta a 8 de fevereiro entre os dois mais votados. São onze candidatos em disputa, incluindo representantes do PS, PSD/CDS, PCP, Bloco de Esquerda, Livre, Iniciativa Liberal, Chega e outros.

A campanha decorre de 4 a 16 de janeiro de 2026. O conjunto de candidatos inclui António José Seguro, Catarina Martins, António Filipe, Jorge Pinto, Luís Marques Mendes, Humberto Correia, André Pestana, Cotrim Figueiredo, André Ventura e Manuel João Vieira.

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