- Seguro acrescenta um ovo à teoria dos cestos e alerta para riscos da ascensão da extrema direita, mencionando uma possível revisão constitucional à direita, numa ocasião em Portimão com apoio de socialistas da região.
- Critica indiretamente o Chega, enfatiza o voto útil da esquerda e afirma ser a única candidatura viável do centro‑esquerda para as eleições.
- A campanha começou ao almoço, no mercado da Vidigueira, e seguiu com comício no auditório do museu de Portimão, contando com forte apoio da estrutura socialista no terreno.
- O discurso insiste em evitar que a direita seja politicamente colonizada por ideias extremistas, incluindo referências ao Chega no contexto do debate sobre o cesto de ovos.
- O líder do PSD, Luís Montenegro, afirmou que votar em Seguro pode sustentar a hipótese de segunda volta com dois populistas; Seguro respondeu com uma mensagem indireta de que o voto à esquerda fortalece os moderados e que pretende ser presidente de todos.
António José Seguro voltou a defender, na região do Algarve, que o aumento de cargos no funcionalismo político pode favorecer a ascensão da direita radical. O encontro de Portimão reuniu apoiantes socialistas da região para debater cenários constitucionais e eleitorais.
A tese, apelidada de ovos e cestos, indica que altos cargos dispersos podem influenciar o equilíbrio político. Seguro criticou de forma indireta a influência de forças associadas a movimentos de direita mais extremistas e sublinhou a importância do voto útil da esquerda.
O almoço decorreu no mercado da Vidigueira, onde Seguro falou com apoiantes locais. Ao fim do dia, realizou um comício no auditório do museu de Portimão, contando com a estrutura do PS no terreno, incluindo diretores de campanha e autarcas.
Contexto político
O presidente do PSD, Luís Montenegro, sugeriu que votar em Seguro não evita uma segunda volta com candidatos extremistas. Seguro respondeu indiretamente, em Loulé, afirmando que o voto esquerdo pode evitar avanços de posições extremas.
O socialista reforçou que a sua candidatura é a única do centro-esquerda capaz de passar à segunda volta, mantendo o objetivo de equilibrar o sistema político. Em caso de vitória, prometeu uma maioria que se extinguirá no ato da eleição, conforme planteado por históricos socialistas.
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