- O Governo de Portugal confirmou a morte da cidadã portuguesa Fany Pinheiro Magalhães, de 22 anos, desaparecida após o incêndio no bar de Crans-Montana, Suíça.
- A vítima residia em Crans-Montana e tinha ligações familiares a Santa Maria da Feira; o veículo foi encontrado nas imediações do local.
- O balanço atual é de 24 mortos, incluindo 18 suíços, dois italianos de 16 anos, um cidadão com dupla nacionalidade italiana e dos Emirados Árabes Unidos, entre outros; o total pode chegar a 40, com mais de 100 feridos.
- A Polícia Cantonal do Valais e o Instituto de Medicina Legal da Suíça coordenam as identificações; novas informações serão divulgadas quando disponíveis.
- Há investigação criminal aos proprietários do bar, um casal francês, com possível homicídio involuntário; preliminar aponta velas incandescentes colocadas em garrafas de champanhe que tocaram no teto do estabelecimento cheio. A Suíça vai observar um dia de luto nacional no dia 9 de janeiro.
O Governo português confirmou a morte da cidadã portuguesa que se encontrava desaparecida após o incêndio num bar na estância de Crans-Montana, na Suíça. A vítima tem 22 anos e familiares em Santa Maria da Feira.
Numa nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros, o governo lamenta a morte de Fany Pinheiro Magalhães e afirma que as condolências foram apresentadas às famílias, tanto pelas autoridades suíças como pelo Estado português.
Emídio Sousa, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, indicou que a jovem residia em Crans-Montana, mantendo laços familiares com Santa Maria da Feira. O veículo da vítima foi já encontrado nas imediações do local.
As autoridades suíças passaram a confirmar 24 mortos na tragédia, entre eles 18 suíços, dois italianos de 16 anos, um cidadão com dupla nacionalidade italiana e dos Emirados Árabes Unidos, um romeno, um francês e um turco. O total pode chegar a 40, com mais de 100 feridos.
Investigação e responsabilidades
Foi aberta uma investigação criminal aos proprietários do bar, um casal francês, que pode ser acusado de homicídio involuntário. Dados preliminares indicam que velas incandescentes colocadas em garrafas de champanhe entraram em contacto com o teto, num local lotado.
Jacques e Jessica Moretti, proprietários do bar Le Constellation, já foram ouvidos como testemunhas, segundo registos comerciais. As autoridades prometem divulgar novas informações assim que estiverem disponíveis, respeitando a privacidade das vítimas.
A Suíça vai observar um dia de luto nacional no próximo dia 9 de janeiro.
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