Em Alta futeboldesportointernacionaispessoasnotícia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Gouveia e Melo questiona milhões na defesa sem concurso público

Gouveia e Melo critica o financiamento da defesa, de 5,8 mil milhões de euros sem concurso público; exige um plano para privilegiar a indústria nacional e governação mais exigente

Telinha
Por
Henrique Gouveia e Melo defende que o seu passado militar o valoriza para ser Presidente da República
0:00
Carregando...
0:00
  • Henrique Gouveia e Melo afirma que o Governo não tem coragem política para regulamentar a morte medicamente assistida, e que o atraso pode ser encarado como um veto de gaveta.
  • Diz que o elevado investimento na defesa é uma oportunidade para privilegiar a indústria nacional, desde que exista um plano claro.
  • Mostra incómodo com a possível canalização de 5,8 mil milhões de euros para o setor da defesa sem concurso público.
  • Em entrevista ao PÚBLICO, o candidato às presidenciais rejeita as reparações aos países colonizados propostas por Marcelo Rebelo de Sousa.
  • Alega que é necessário planeamento para assegurar benefícios à indústria nacional no investimento em defesa.

O ex-chefe da Marinha, Henrique Gouveia e Melo, questiona a governação atual ao admitir dúvidas sobre o financiamento da defesa. Em entrevista ao PÚBLICO, afirma que o Governo precisa de coragem para regulamentar a morte medicamente assistida.

Gouveia e Melo diz que é necessário delinear um plano para o avultado investimento que será feito na defesa. O objetivo é que o aumento de recursos também beneficie a indústria nacional, sem comprometer regras de transparência e competitividade.

O militar expressa desconforto com a possível canalização de 5,8 mil milhões de euros para o sector da defesa sem concurso público. Alega que esse cenário exige uma avaliação rigorosa das regras de contratação e de benefício público.

Segundo o ex-comandante, a governação deve encarar o investimento como oportunidade, mas com critérios claros que previnam decisões precipitadas. A importância de um plano estratégico é apresentada como crucial para evitar margens de manobra políticas.

Sobre questões constitucionais, Gouveia e Melo recusa apoiar a ideia de reparações históricas a países colonizados defendida por Marcelo Rebelo de Sousa. A posição é apresentada como firme, destacando que não há reparações históricas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais