- O candidato Luís Marques Mendes afirmou que o Estado português é ainda centralista e prometeu reuniões regulares com os governos regionais dos Açores e da Madeira, caso seja eleito.
- Propõe um mecanismo novo em que o Presidente da República se reúne a cada três meses com os presidentes dos governos regionais para desbloquear problemas.
- O objetivo é tornar a relação entre a República e as regiões mais clara, evitando que questões fiquem sem solução na gaveta e melhorando a coordenação entre níveis nacional e regional.
- Defende pedagogia sobre as autonomias regionais, consideradas fundamentais para a coesão territorial e social, e afirma que mais autonomia traz mais coesão nacional.
- As presidenciais estão marcadas para dezoito de janeiro de dois mil e vinte e seis; a campanha decorre de quatro a dezasseis de janeiro de dois mil e vinte e seis, com onze candidatos competindo.
O candidato à Presidência Luís Marques Mendes afirmou que o Estado português continua a ser muito centralista. Defendeu que há necessidade de mudar a relação entre o governo central e as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.
Durante um almoço com apoiantes na Associação Agrícola da Ilha de São Miguel, na Ribeira Grande, Mendes reiterou a promessa de instituir um mecanismo de cooperação com as regiões autónomas.
O que está em causa é a criação de reuniões regulares entre o Presidente da República e os governantes regionais, a cada três meses, para desbloquear problemas e melhorar a coordenação institucional.
Segundo o candidato, o objetivo é que a relação entre a República e as regiões flua de forma mais clara, evitando que questões fiquem por resolver. A ideia é articular melhor as instituições nacionais e locais.
Mendes salientou ainda a importância de fazer pedagogia sobre as autonomias, defendendo que mais autonomia regional resulta em maior coesão nacional e em ganhos para o país inteiro.
A campanha de 04 a 16 de janeiro de 2026 insere-se num conjunto de ações de divulgação da proposta. A eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026 no território nacional.
Há 11 candidatos a este escrutínio, incluindo Luís Marques Mendes, apoiado pelo PSD e CDS, e outros que vão desde o PCP, Bloco de Esquerda, PS, Livre, até Chega e Iniciativa Liberal.
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