Em Alta futeboldesportointernacionaispessoasnotícia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Candidatos preveem gastar 4,9 milhões de euros; Mendes lidera em custos

Orçamento de campanha supera 4,9 milhões de euros, com Mendes a prever gastar 1,32 milhão; eleições presidenciais marcadas para 18 de janeiro de 2026

Telinha
Por
Candidatos esperam gastar mais de 4,9 milhões de euros e Mendes tem a campanha mais cara
0:00
Carregando...
0:00
  • Os candidatos presidenciais estimam gastar mais de 4,9 milhões de euros na campanha, com Mendes a ser o orçamento mais elevado (1,32 milhões de euros).
  • Entre as 11 candidaturas admitidas pelo Tribunal Constitucional, duas não entregaram orçamentos de campanha (Cotirm Figueiredo e Humberto Correia).
  • Seguro é quem antecipa maior receita, com donativos de 225 mil euros, elevando o total disponível para 1,49 milhões de euros.
  • A subvenção estatal prevista varia por candidato, destacando 1,09 milhões de euros para António José Seguro e 1 milhão de euros para Luís Marques Mendes.
  • A eleição está marcada para 18 de janeiro de 2026, com a campanha ocorrendo entre 04 e 16 de janeiro.

Os candidatos às presidenciais estimam gastar mais de 4,9 milhões de euros na campanha, segundo a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos. Luís Marques Mendes encabeça a lista com 1,32 milhões de euros previstos. As contas são relativas ao orçamento de campanha, já reportado, e com referência a 2021.

Das 11 candidaturas admitidas pelo Tribunal Constitucional, duas não entregaram os orçamentos: João Cotrim Figueiredo e Humberto Correia. O total orçamentado representa um acréscimo de 3,8 milhões de euros face a 2021, período ainda afetado pela pandemia.

Orçamento e principais prioridades

Entre os candidatos, Mendes figura como o mais dispendioso, seguido de António José Seguro, Gouveia e Melo e André Ventura. Seguro apresenta a maior previsão de receitas, com donativos, elevando o total disponível para 1,49 milhões de euros.

Seguro recebe 1,09 milhões de subvenção estatal e 225 mil euros em donativos, superando Mendes, que conta com 1 milhão em subvenção e 320 mil em donativos. Gouveia e Melo prevê 700 mil de subvenção e 300 mil em doações; Ventura estima 400 mil de subvenção e 300 mil em donativos.

Estrutura de financiamento e despesas

Mendes prevê investir sobretudo na conceção da campanha (400 mil euros), seguido de gastos com propaganda e cartazes por Seguro (450 mil) e Ventura (350 mil). Gouveia e Melo aponta 280 mil na conceção. Os restantes pontos de despesa variam entre candidatos menos expostos na área de divulgação.

Entre os restantes candidatos, António Filipe prevê 395 mil euros, Jorge Pinto 97 mil e Catarina Martins 50,4 mil. Os partidos não fornecem financiamento para as listas apoiadas pelo Livre e pelo Bloco de Esquerda. André Pestana e Manuel João Vieira aparecem com orçamentos muito baixos.

Dados adicionais e datas das eleições

A campanha decorre entre 4 e 16 de janeiro de 2026, com as eleições marcadas para 18 de janeiro. O conjunto de candidaturas é considerado recorde, elevando a fasquia de participação na história democrática desde 1976. Confirmam‑se os nomes de Gouveia e Melo, Mendes, Seguro, Catarina Martins, António Filipe, Humberto Correia, André Pestana, Jorge Pinto, Cotrim Figueiredo e Manuel João Vieira.

As informações indicam uma corrida competitiva, com várias formações a contarem com subvenções estatais significativas e donativos diversificados, refletindo a diversidade de apoios e estratégias de comunicação para o escrutínio de 18 de janeiro de 2026.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais