- O Governo Regional encerrou o debate na generalidade do orçamento e do plano para 2026, sublinhando que refletem políticas sufragadas pelo povo madeirense.
- Mantém-se a devolução de rendimento aos cidadãos e o desagravamento fiscal de 220 milhões de euros, com críticas da oposição enfatizadas pelo governo.
- A Madeira afirma estar a crescer há cinquenta e cinco meses, com a taxa de desemprego mais baixa em vinte e dois anos.
- O PIB da Madeira é hoje de 109 por cento da média nacional, e o objetivo é aproximar-se da média europeia; o PIB cresceu 89 por cento entre 2015 e 2025.
- A dívida pública regional situa-se em 67 por cento do PIB, bem abaixo da média nacional, reforçando o compromisso com o rigor orçamental e a redução fiscal.
O Governo Regional encerrou o debate na generalidade do orçamento e do plano para 2026, apresentando políticas que, segundo a administração, refletem a vontade popular. O texto destaca a devolução de rendimento aos cidadãos e o desagravamento fiscal, num montante global de 220 milhões de euros.
A intervenção do presidente do Governo Regional sublinha o crescimento económico da Madeira, com uma taxa de desemprego apontada como a mais baixa em 22 anos. O dirigente compara o desempenho com a União Europeia, citando que a Madeira cresceu mais do que o país.
Segundo o governante, a Madeira continua a aumentar o PIB e a manter uma trajetória de prosperidade. O orçamento reforça o compromisso com quem trabalha, rejeitando modelos de subsídios generalizados e assegurando apoio efetivo aos que mais precisam.
Desfecho do debate orçamental
Miguel Albuquerque afirmou que o orçamento é o resultado de um governo que não recua e que mantém a devolução de rendimento. O executivo insiste numa gestão rigorosa e na emissão de políticas que reduzam encargos fiscais para famílias e empresas.
A administração refere ainda que a Madeira tem 55 meses de crescimento económico, com o PIB regional a alcançar 109% da média nacional. A dívida pública permanece em 67% do PIB, uma posição apresentada como mais favorável face à média nacional.
Em resposta às críticas da oposição, o Governo sustenta que a região gera mais emprego e mantém o foco na criação de oportunidades, sem recorrer a medidas que criem dependência. O desagravamento fiscal é reiterado como instrumento de competitividade regional.
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