- Luís Marques Mendes e Henrique Gouveia e Melo pediram ao Governo que negocie com sindicatos para encontrar uma solução consensual e de equilíbrio das leis laborais, defendendo diálogo social contínuo mesmo após a greve de 11 de dezembro.
- António Filipe desafiou o Governo a retirar a reforma laboral “Trabalho XXI”, responsabilizando o executivo pela convocação da greve geral e defendendo o direito dos trabalhadores a formas de luta.
- Mendes, numa visita a uma loja social em Lisboa, disse que o diálogo social é essencial para manter a paz social e a estabilidade económica.
- Gouveia e Melo afirmou que é preciso flexibilizar a legislação laboral sem precarizar, pedindo ao Governo que busque consenso entre trabalhadores, empresas e Estado.
- Em Aveiro, António Filipe reiterou que trabalhadores não são instrumentalizados e destacou a adesão significativa à greve, insistindo na retirada da proposta para evitar a paralisação.
Luís Marques Mendes e Henrique Gouveia e Melo pediram ao Governo que negocie com os sindicatos para encontrar um equilíbrio nas leis laborais, mantendo o diálogo social mesmo antes da greve prevista para 11 de dezembro. António Filipe desafiou o executivo a retirar a proposta de reforma laboral, responsabilizando o Governo pela convocação da greve geral.
Durante uma visita a uma loja social em Lisboa, Mendes sublinhou que alterações à lei laboral devem nascer de acordo entre trabalhadores e empregadores, para preservar a paz social e a estabilidade nas empresas. Gouveia e Melo defendeu uma flexibilização sem precarizar, avisando que o capitalismo deve contemplar trabalhadores, ambiente e mercado. António Filipe, em Aveiro, chamou o Governo de responsável pela greve, insistindo na retirada da proposta.
Diálogo social e equilíbrio
Mendes afirmou que o próximo Presidente da República deverá promover o diálogo social como ferramenta de estabilidade. Gouveia e Melo apontou a necessidade de consenso para evoluir sem excluir quem trabalha. António Filipe reiterou que a greve é uma resposta legítima dos trabalhadores face ao que considera retrocesso.
Ponto de vista sobre a greve
O cabeça de lista apoiado pelo PCP, António Filipe, declarou que, para evitar a greve, o Governo deve recuar na reforma laboral. Fez referência à adesão significativa dos trabalhadores e reforçou que sindicatos não convocam greves; são os trabalhadores quem avalia as formas de luta.
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