- O líder do Chega, André Ventura, anunciou publicamente a candidatura presidencial de 2026 durante uma declaração na sede do partido, em Lisboa, sem perguntas.
- Justificou a candidatura pela necessidade de o Chega ter voz nas eleições presidenciais de janeiro de 2026 e de derrotar o sistema.
- Admitiu ter procurado uma alternativa mais beligerante e falhou em encontrar um candidato à altura; mencionou que preferia Pedro Passos Coelho, mas isso não foi possível.
- Afirmou que abordou várias personalidades para liderar a candidatura que tivesse hipóteses de vencer, buscando alguém reconhecido pelo povo e capaz de ir à segunda volta.
- Considerou que a decisão envolve um grande risco político para o partido e para si, mas afirmou que o país vem em primeiro lugar e que não aceitará candidaturas fracas.
André Ventura anunciou hoje, na sede do Chega em Lisboa, a sua candidatura às presidenciais de 2026, com a meta de dar voz ao partido. A declaração, sem perguntas, reconheceu o risco político e a tentativa de encontrar uma alternativa mais beligerante, que não se concretizou.
O líder do Chega afirmou que o partido não pode fechar os olhos aos seus militantes e apoiantes nem abandonar as eleições. Disse que, face à conjuntura, não há outra forma de derrotar o sistema nas próximas presidenciais.
Ventura reconheceu ter tentado encontrar um candidato à altura, contactando várias personalidades. Garantiu ter procurado alguém com peso público suficiente para levar o Chega à segunda volta e transmitir as suas propostas de combate à imigração, à corrupção no Estado e ao amiguismo.
Anúncio da candidatura presidencial de 2026
O candidato reforçou que a decisão de se recandidatar representa um risco para o partido e para si, mas afirmou que o país está acima da luta interna. Afirmou que o sistema desejava uma candidatura fraca para facilitar apoios internos.
Ventura argumentou que, se não fosse possível apresentar uma alternativa competitiva, o Chega decidiu avançar com quem estivesse disponível. O líder reiterou que o partido não aceitará candidaturas fracas nem projetos que não provoquem votos.
O político criticou o que chamou de pressões para escolher nomes alinhados com interesses do aparelho de Estado. Afirmou que a candidatura representa uma resposta às suas convicções, mantendo o foco na luta contra o que considera intrusões e favorecimentos.
O Chega, segundo o líder, não pode abandonar o eleitorado nem olhar para o lado. Ventura encerrou reiterando o compromisso de apresentar uma candidatura que expresse as propostas do partido e que tenha potencial de vencer.
Entre na conversa da comunidade