- O número de portugueses e lusodescendentes mortos na Venezuela subiu para 93, com 80 deles também a possuir nacionalidade venezuelana.
- Entre os óbitos, 17 são crianças e 76 são adultos.
- Ainda há 57 cidadãos portugueses desaparecidos.
- Os sismos de 24 de junho causaram, no total, pelo menos 2.645 mortos e 12.666 feridos na Venezuela.
- A missão portuguesa de resposta aos sismos tem base em Catia la Mar, La Guaira, e muito trabalho decorre na zona de maior concentração de lusodescendentes.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou que o número de portugueses mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela subiu para 93. Entre as vítimas, 80 tinham também nacionalidade venezuelana. A idade das vítimas é de 17 crianças e 76 adultos.
Ainda há 57 cidadãos portugueses desaparecidos, segundo o último balanço conhecido. Os sismos, registados a 24 de junho, deixaram pelo menos 2645 mortos e 12.666 feridos.
Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento à Venezuela. A base de operações da missão portuguesa está em Catia La Mar, La Guaira, numa zona com elevada comunidade de lusodescendentes.
Situação na Venezuela e resposta internacional
Os sismos tiveram magnitudes de 7,2 e 7,5, ocorrendo a cerca de 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de diferença. O Serviço Geológico dos Estados Unidos aponta centenas de réplicas no período pós-evento.
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