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Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 41

Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 41, com 87 desaparecidos ou incontactáveis; equipas internacionais apoiam as operações de busca

Imagens impressionantes mostram caos e destruição após sismos na Venezuela
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  • O número de portugueses e lusodescendentes mortos subiu para 41, com 35 adultos e 6 crianças; 34 são lusodescendentes, 6 são portugueses e 1 tem nacionalidade portuguesa por casamento.
  • Existem 87 portugueses ou lusodescendentes desaparecidos ou incontactáveis, 51 homens e 36 mulheres, tendo sido encontrados 49.
  • O balanço anterior indicava 36 vítimas entre portugueses e lusodescendentes.
  • Os sismos, de magnitude sete vírgula dois e sete vírgula cinco, ocorreram a duzentos quilômetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, seguidos por mais de vinte réplicas.
  • A equipa portuguesa de busca chegou à Venezuela com sessenta e quatro elementos e aguarda atribuição de missão; a ONU diz que mais de cinquenta mil pessoas continuam desaparecidas, e dezenas de edifícios ruíram em Caracas e La Guaira.

O número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos na Venezuela subiu para 41, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). O balanço hoje indica 87 casos ainda desaparecidos ou incontactáveis, dos quais 51 homens e 36 mulheres, com 49 já localizados.

Dos 41 mortos, 35 são adultos e 6 são crianças; 34 são lusodescendentes, 6 são portugueses e 1 tem nacionalidade portuguesa por casamento. O balanço anterior apontava 36 vítimas.

Estes sismos ocorreram na quarta-feira, a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo entre eles, seguidos por mais de 20 réplicas, segundo o Serviço Geológico dos EUA. No total, as autoridades venezuelanas contabilizam pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos.

Contexto humano e resposta internacional

A ONU aponta ainda para mais de 50 mil pessoas dadas como desaparecidas. Países como Portugal, entre outros da UE, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela. A equipa portuguesa, com 64 elementos, já chegou ao território e aguarda diretrizes das autoridades venezuelanas.

De acordo com a Proteção Civil, as equipas nacionais aguardam atribuição de missão para operar no terreno, onde dezenas de edifícios ficaram gravemente danificados, especialmente em Caracas e na região de La Guaira.

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