- O projeto de renovação da Lincoln Memorial Reflecting Pool, avaliado em 14 milhões de dólares, visava deixar a água azul para o 250º aniversário dos EUA, mas a piscina ficou verde após as obras em Washington, D. C.
- Os trabalhos moveram materiais para a piscina para tratar as algas e a tinta começou a descascar, piorando a situação.
- Trump atribuiu os problemas a vandalismo e sugeriu que alguém abriu um corte de 300 pés no revestimento, sem provas apresentadas.
- O ex-presidente dividiu opiniões nas redes, com ataques a adversários e acusações de vandalismo, gerando reação online generalizada.
- A Administração mobilizou a Guarda Nacional e instalou uma vedação ao redor da área da piscina; a cobertura da lona no Kennedy Center e a projeção de conteúdos pela Lincoln Project também ganharam destaque nos desdobramentos.
O projeto de renovação da Reflecting Pool, no Lincoln Memorial, custou cerca de 14 milhões de dólares e visava deixar a água de um azul, em honra do 250º aniversário dos EUA. A intervenção, em Washington D.C., terminou com a água a apresentar tons verdeados e presença de algas, poucos dias após a conclusão das obras.
Trabalhadores chegaram a bombear materiais para tratar as algas, mas parte da tinta da piscina começou a descascar. O episódio levou o então Presidente Donald Trump a insinuar vandalismo, citando cortes no revestimento, sem evidências públicas para sustentar a afirmação.
Trump comunicou-se na rede Truth Social, acusando “Radical Left Lunatics” e “Dumocrats” de destruição. O chefe de Estado disse ainda que a área entre o Washington Monument e o Lincoln Memorial tinha sido alvo de vândalismo recentemente.
A repercussão pública não ficou restrita aos públicos, estendendo-se a figuras públicas. O autor Stephen King contestou as declarações de Trump e criticou o que qualificou como má gestão do contrato.
Como resposta às críticas, foram erguidas vedações ao redor de partes do monumento, com a participação de trabalhadores e apoio da Guarda Nacional para impedir fotografias nas áreas restritas. A medida foi apresentada como forma de proteção da área.
No Kennedy Center for the Performing Arts, uma lona permanece a cobrir a fachada após a retirada temporária do nome de Trump, ordem judicial recente. A cobertura continua sem indicação de data de remoção.
Alguns críticos viram na cobertura uma oportunidade de visibilidade. O grupo The Lincoln Project Advocacy projetou na lona trechos de Trump e de arquivos relacionados a Epstein, simulando cenas de manipulação de papéis marcados como “Epstein Files”.
Até ao momento desta atualização, não há confirmação sobre a duração das vedações em torno da Reflecting Pool nem sobre a permanência da lona no Kennedy Center. As autoridades não divulgaram novos prazos.
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