- Timor-Leste declarou uma semana de luto pela morte do ex-presidente Francisco “Lu Olo” Guterres, aos 71 anos, ocorrida em Kuala Lumpur, na Malásia.
- Guterres foi presidente entre 2017 e 2022 e era conhecido pelo nome de guerra “Lu Olo”.
- A causa da morte não foi divulgada; o corpo deverá chegar a Díli na terça-feira, com os preparativos para o funeral a serem organizados pela família.
- O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, e o presidente timorense, José Ramos-Horta, lamentaram a perda e destacaram o legado de Guterres.
- O presidente de Portugal, António José Seguro, expressou condolências, lembrando o papel de Lu Olo na independência de Timor-Leste e na reconciliação nacional.
Timor-Leste decretou sete dias de luto pela morte de Francisco “Lu Olo” Guterres, ex-presidente do país. A confirmação foi feita na segunda-feira, após o anúncio da morte ocorrida no domingo, em Kuala Lumpur, Malásia. Guterres tinha 71 anos.
O ex-chefe de Estado faleceu no Prince Court Medical Centre, onde se encontrava em cuidados intensivos. A família ainda não informou a causa da morte. O antigo líder era conhecido pela luta pela independência e pelo papel na vida política timorense.
O governo timorense anunciou o luto nacional e expressou condolências à família, ao Fretilin, ao povo de Timor-Leste e aos amigos. O presidente Ramos-Horta reconheceu a perda e destacou o compromisso de Lu Olo com a democracia.
Reações e homenagens
O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, enviou condolências ao povo timorense e à família. Ramos-Horta informou que visitou o hospital para acompanhar o estado de saúde do antigo rival e reuniu-se com a família.
O corpo deverá chegar a Díli na terça-feira, segundo o irmão do falecido. Os preparativos para o funeral estão a ser organizados, com pedido de privacidade à família durante o luto. O Fretilin descreveu a ausência de Lu Olo como uma perda profunda.
Repercussões e legado
O presidente português, António José Seguro, lamentou a morte e lembrou o papel de Lu Olo na independência e na construção do Estado timorense. Seguro também realçou o empenho dele pelo diálogo e pela reconciliação nacional.
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