- Os líderes do G7 concordaram em aumentar a pressão sobre a Rússia, com novas sanções a serem aplicadas, especialmente sobre gás e petróleo, na presença de Volodimir Zelensky.
- Zelensky mostrou imagens do ataque que incendiou uma catedral histórica em Kiev durante a cimeira realizada em Evian.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mostrou-se recetivo a colaborar para pôr fim à guerra na Ucrânia.
- O chanceler alemão Friedrich Merz disse sentir otimismo de que europeus e americanos possam encerrar o conflito juntos.
- Reino Unido e Canadá anunciaram novas sanções contra a chamada “frota fantasma” usada pela Rússia para transportar petróleo e outras mercadorias.
Os líderes do G7 reuniram-se em Evian e estão a intensificar a pressão sobre a Rússia, com o objetivo de acelerar o fim do conflito na Ucrânia. Zelensky participou na cimeira por vídeo, apresentando imagens do ataque a uma catedral em Kiev. Os anfitriões querem reforçar sanções enquanto Trump se mostrou disponível para colaborar.
O grupo, formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, prometeu novas medidas contra Moscovo. A reunião decorre até quarta-feira, com as decisões a serem definidas no contexto da crise ucraniana.
Segundo fontes diplomáticas, o foco passa pela ampliação de sanções sobre o gás e o petróleo russos, principal fonte de financiamento da guerra. O objetivo é pressionar o Kremlin sem interromper de imediato o abastecimento global. O Reino Unido e o Canadá anunciaram medidas contra a chamada “frota fantasma” usada pela Rússia para transporte de petróleo.
Novas medidas e próximos passos
O presidente dos EUA, citado por uma fonte diplomática, afirmou que o petróleo russo continua a chegar aos mercados, o que complica o quadro de sanções. O G7 pretende, contudo, intensificar o controlo e o custo político para Moscovo. Zelensky reiterou o desejo de ver avanços concretos no conflito durante a cimeira.
Entre na conversa da comunidade