- A Suécia intercetou dois caças russos JAS 39 Gripen que sobrevoavam o Mar Báltico, perto do seu espaço aéreo, na sexta-feira, 12 de junho.
- O espaço aéreo sueco não foi violado durante os incidentes, segundo o Exército sueco.
- A vice-almirante Ewa Skoog Haslum, chefe de operações conjuntas, descreveu as ações russas como graves e um padrão que ameaça a integridade territorial e a segurança.
- Caças da NATO descolaram para manter a segurança no espaço aéreo partilhado.
- A situação repetiu-se no sábado, com a Lituânia a intercetar um drone militar de origem desconhecida e a ativar o tratado da NATO.
A Suécia interceptou dois caças russos JAS 39 Gripen que sobrevoavam o Mar Báltico, junto ao seu espaço aéreo. O incidente ocorreu na sexta-feira, 12 de junho, e não houve violação do espaço aéreo sueco, segundo o Exército da Suécia. Caças da NATO descolaram para manter a segurança no espaço aéreo partilhado.
O comunicado sueco descreve as ações russas como graves e parte de um padrão recorrente que ameaça a integridade territorial e a segurança do país. A operação foi realizada dentro das regras de defesa e de proteção do espaço aéreo, sem escalada.
Contexto na região
No seguimento destes acontecimentos, repetiu-se, neste sábado, uma situação semelhante: a Lituânia intercetou um drone militar ainda de origem desconhecida e ativou, também, o dispositivo de defesa da NATO. As autoridades não divulgaram detalhes adicionais sobre a origem do drone ou sobre possíveis consequências.
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