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Papa nomeia Estêvão Fernando após homicídio do bispo de Quelimane

Papa nomeia Estêvão Fernando administrador da diocese de Quelimane e António Constantino para Beira, após assassinato do bispo Osório Afonso e detenção de três suspeitos

Papa Leão XIV numa catedral nas Canárias, durante a sua visita a Espanha
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  • O Papa Leão XIV nomeou Estêvão Fernando, atual bispo da diocese do Alto Molócuè, para administrador da diocese de Quelimane, após o homicídio do bispo Osório Citora Afonso.
  • Ao mesmo despacho, indicou António Constantino, bispo da diocese de Caia, para administrador apostólico da arquidiocese da Beira.
  • Osório Citora Afonso, bispo de Quelimane, foi morto a tiro na madrugada de 6 de Junho; três suspeitos já foram detidos e estão em prisão preventiva.
  • O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, garantiu uma investigação rigorosa e célere para identificar e responsabilizar os envolvidos.
  • A notícia suscitou condenação nacional e internacional, com pedidos de transparência na investigação e esclarecimento das circunstâncias do crime.

O Papa Leão XIV nomeou Estêvão Fernando administrador da Diocese de Quelimane e indicou António Constantino como administrador apostólico da Arquidiocese da Beira, após o homicídio do bispo Osório Afonso. O crime ocorreu na madrugada de 6 de junho em Quelimane, Moçambique.

Estêvão Fernando é o atual bispo da Diocese do Alto Molócuè. António Constantino é o bispo da Diocese de Caia. Ambos substituem temporariamente Osório Afonso, assassinado no local em Quelimane.

O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, garantiu uma investigação rigorosa e célere para identificar e responsabilizar os envolvidos. Três suspeitos já estão detidos e em prisão preventiva, segundo o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic).

Investigações

O Sernic confirmou que homens armados escalaram o muro da residência episcopal, neutralizaram o sistema de segurança e dispararam contra o bispo, que morreu no local. As autoridades asseguram transparência e participação de todas as autoridades da justiça.

Reações

A morte de Osório Afonso gerou condenação internacional e entre instituições locais. A Conferência Episcopal de Moçambique chamou o ato de crime gravíssimo, pedindo esclarecimentos rápidos e justos. Diversas entidades apelam a uma investigação completa.

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