- O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu a Israel que não responda aos ataques do Irão para não comprometer uma saída negociada do conflito.
- Trump afirmou que vai ligar ao primeiro-ministro Netanyahu para dizer para não retaliar, e que estão perto de concluir um acordo definitivo com o Irão.
- Em entrevista à Fox News, Trump disse que os ataques iranianos não ajudarão as negociações e que o acordo pode ser assinado ainda nesta semana.
- O líder norte-americano revelou ainda que não está contente com o ataque israelo-a Beirute e pediu que voltem à mesa das negociações para chegar a um acordo.
- O Irão lançou onze mísseis contra território israelita, o primeiro ataque desde o cessar-fogo de abril; o Exército israelita interceptou todos os mísseis e não houve feridos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu a Israel que não responda aos ataques do Irão, para não prejudicar uma saída negociada do conflito. A sugestão foi comunicada ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, segundo fontes próximas.
Trump afirmou estar perto de um acordo com o Irão e que esse entendimento pode ainda ser finalizado em dias próximos, desde que não seja comprometido pela escalada atual. A leitura é de que a contenção facilita as negociações.
Numa entrevista à Fox News, o líder norte-americano disse que os ataques iranianos não ajudam as negociações e reiterou o objetivo de encerrar o conflito com um acordo estável. Também mencionou não desejar que novas agressões atrapalhem o entendimento.
O Irão lançou este domingo 11 mísseis contra território israelita, marcando o primeiro ataque desde o cessar-fogo de abril. O Exército de Israel informou ter interceptado todos os mísseis, com alertas antiaéreos a soar às 22:00 locais.
As autoridades israelitas concluíram o incidente às 22:47 e autorizaram a população a abandonar os abrigos. O serviço de emergência MDA registou apenas uma chamada relacionada a um possível incidente, sem feridos.
Este ataque acontece após Israel ter efetuado ataques sobre os subúrbios do sul de Beirut, a primeira ação militar desde o último anúncio de trégua com o Líbano. A movimentação aumenta a tensão na região.
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