- A Provedora Europeia de Justiça, Teresa Anjinho, classificou de má administração a atuação da Comissão Europeia.
- A crítica centra-se na prática de apagar mensagens de texto no telemóvel da presidente da instituição, Ursula von der Leyen.
- A denúncia aponta para falhas na gestão de comunicações associadas à liderança da Comissão Europeia.
- O caso envolve a comunicação entre a Comissão Europeia e a sua alta escala, com foco na preservação de mensagens oficiais.
A Provedora Europeia de Justiça, Teresa Anjinho, considerou má administração a prática da Comissão Europeia de apagar mensagens de texto no telemóvel da presidente Ursula von der Leyen. A posição foi anunciada pela instituição.
Segundo a Provedora, a ação levanta questões sobre transparência e gestão de comunicações dentro do órgão. A avaliação enquadra-se num quadro de supervisão e de boas práticas administrativas.
Ainda não estão detalhadas as peças processuais nem as consequências para os responsáveis. A comunicação pública da Provedora serve de base para eventuais diligências adicionais.
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