- A China qualificou como difamação as declarações do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre Tiananmen.
- Rubio homenageou as vítimas da repressão de 1989 na Praça Tiananmen e criticou a censura do regime chinês.
- Pequim emitiu a acusação de difamação em resposta às observações de Rubio.
- O episódio ocorre num contexto de tensões entre Washington e Pequim sobre direitos humanos e censura.
A China acusou o secretariado de Estado dos EUA, Marco Rubio, de difamação após as suas declarações sobre a repressão na Praça Tiananmen, em 1989. Rubio homenageou as vítimas do episódio e criticou a censura atribuída ao regime chinês. Pequim vê as palavras como ataques à reputação do país.
Segundo o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, as declarações de Rubio confundem factualidades históricas e contestam a soberania chinesa. O governo chinês pediu cautela na narrativa sobre o que ocorreu na Tiananmen, reiterando a posição oficial de que não houve censura externa.
A reação vem num momento de tensões entre Washington e Pequim, com encontros diplomáticos frequentes sobre direitos humanos, comércio e segurança regional. Não foram divulgados detalhes sobre consequências diplomáticas imediatas para Rubio ou para o relacionamento bilateral.
A oposição às declarações de Rubio reforça a narrativa de que Pequim controla o discurso sobre a Tiananmen no território chinês. Países ocidentais continuam a defender a memória das vítimas e a exigir transparência sobre o episódio.
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