- O chanceler alemão Friedrich Merz recebeu em Berlim o primeiro-ministro húngaro Péter Magyar e elogiou-o como fonte de inspiração para a Europa.
- Os dois discutiram uma cooperação mais estreita entre os seus países, bem como a competitividade da União Europeia e o orçamento comunitário.
- Merz disse que é importante reforçar a posição de Budapeste na União Europeia e incentivar investimentos alemães na Hungria.
- Magyar afirmou que pretende reforçar as relações económicas entre a Alemanha e a Hungria e abordou a adesão da Ucrânia à União Europeia.
- Magyar referiu estar disponível para se encontrar com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky no início da próxima semana, caso haja acordo sobre os direitos da minoria húngara na Transcarpátia; Merz disse que a resolução desses direitos é indispensável, mas não pode obstruir a integração.
O chanceler alemão Friedrich Merz recebeu o primeiro-ministro húngaro Péter Magyar em Berlim, na terça-feira, para debater cooperação entre os dois países, a competitividade da UE e o orçamento comunitário. A reunião ocorreu no âmbito de relações bilaterais e questões europeias.
Após o encontro, Merz descreveu Magyar como uma fonte de inspiração e de esperança para a Europa, destacando o interesse comum em aprofundar as ligações entre Alemanha e Hungria.
Entre os temas discutidos estiveram a cooperação económica, o reforço da posição de Budapeste na UE e o incentivo a investimentos alemães na Hungria. A reunião antecede uma série de próximos passos diplomáticos.
Pontos-chave da conversa e posição húngara
Magyar enalteceu os objetivos de política externa do seu governo, frisando o reforço das relações com a Alemanha e a adesão da Ucrânia à UE, condicionada aos direitos fundamentais da minoria húngara. Está disponível a encontros com Zelensky, no início da próxima semana, se houver acordo sobre estes direitos.
Merz afirmou que acolhe de forma positiva a rápida visita do líder húngaro a Berlim após a sua tomada de posse, realçando que a resolução da situação da minoria húngara na Transcarpátia é essencial, mas não pode obstruir o processo de integração europeia.
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