- O Papa Leão Xiv afirmou que a remigração, defendida por vários partidos de extrema‑direita italianos, não corresponde aos princípios cristãos.
- O movimento é proposto por grupos como o Futuro Nacional.
- O pontífice falou aos jornalistas junto à residência papal em Castel Gandolfo.
- “Há várias razões para as pessoas terem de abandonar os seus países: violência, guerra, conflitos.”
- Explicar apenas expulsá‑los para “lavar as mãos do problema” não é visto como a resposta mais cristã, segundo o Papa.
O Papa Leão XIV reiterou que a remigração não é uma resposta alinhada com princípios cristãos. A posição surge como crítica a políticas defendidas por vários partidos de extrema-direita italiana, incluindo o grupo Futuro Nacional.
O Pontífice mencionou que muitas pessoas são forçadas a abandonar os seus países por violência, guerra ou conflitos. Em vez de expulsar, há necessidade de compreender as causas que geram deslocamentos.
As declarações foram feitas na terça-feira, junto à residência papal em Castel Gandolfo, na presença de jornalistas. O Papa enfatizou que tomar decisões rápidas de repatriamento não corresponde a valores cristãos.
No debate público italiano, a remigração tem sido defendida por diversas formações de extrema-direita. A posição do Papa coloca o tema no centro de uma análise moral e social.
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