- A IATA avisa que o sistema EES precisa de revisão; sem alterações, os passageiros podem ficar presos nos aeroportos por várias horas ou dias.
- Rafael Schvartzman, vice-presidente regional da IATA para a Europa, diz que Portugal é um mau caso no EES e que a lei deve mudar.
- O EES, que entrou em vigor em maio, substitui o regime de controlo de fronteiras de cidadãos da UE e exige maior flexibilidade.
- A situação é agravada pelo aumento do número de passageiros e pela falta de pessoal nos aeroportos, o que pode afetar a operação durante o verão.
- A IATA pede às autoridades europeias que acelerem a revisão do EES e adotem medidas para garantir a fluidez do tráfego aéreo no verão.
O vice-presidente regional da IATA para a Europa afirma que Portugal representa um caso problemático no sistema EES, o novo regime de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários. A mudança, em vigor desde maio, poderá gerar um verão de grandes atrasos e retenções nos aeroportos.
Schvartzman aponta que o EES precisa de ser revisto para funcionar com maior flexibilidade. Sem alterações, os passageiros poderão permanecer nos aeroportos durante várias horas ou dias, o que considera inaceitável.
A avaliação ocorre num momento em que o aumento do volume de passageiros se alia à falta de pessoal nos terminais, dificultando a aplicação de controles mais eficazes, segundo o responsável.
O executivo da IATA exorta as autoridades europeias a acelerar a revisão do sistema EES e a tomar medidas para assegurar a fluidez do tráfego durante o verão, previsto como entre os mais movimentados dos últimos anos.
Conclui que, na ausência de mudanças legislativas, o verão nos aeroportos europeus, incluindo Portugal, corre o risco de ser caótico.
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