- Retiradas mais quatro pessoas da gruta inundada no Laos, um dia depois do primeiro sobrevivente ter sido resgatado.
- Um grupo que entrou na caverna para procurar minerais ficou preso devido a uma cheia repentina; um membro escapou e alertou as autoridades.
- Os resgatados foram colocados em macas, com máscaras de oxigénio e envoltos em cobertores térmicos; as imagens sugerem condições deterioradas dentro da gruta.
- As operações envolveram equipas do Laos e da Tailândia, com apoio de Japão, Malásia, Indonésia, França e Austrália.
- A gruta fica na província de Xaisomboun, cerca de 120 quilómetros a norte de Vientiane; dois homens permanecem desaparecidos.
As equipas de resgate no Laos anunciaram a retirada de quatro homens que estavam retidos numa gruta inundada há 10 dias, um dia depois de ter sido resgatado o primeiro sobrevivente. A operação ocorreu na província central de Xaisomboun, a cerca de 120 km a norte de Vientiane, informaram as autoridades laosas e tailandesas.
Os resgatados foram seguidos de perto por equipas internacionais, com apoio de mergulhadores locais. Nos vídeos partilhados, os homens aparecem deitados em macas, de máscara de oxigénio e envoltos em cobertores térmicos. As autoridades destacaram que receberam água, alimentos de fácil digestão e aquecimento para manter a temperatura corporal.
O incidente começou depois de um grupo de locais ter entrado na gruta na semana passada para procurar minerais valiosos. Um deles conseguiu escapar e alertou as autoridades, deixando sete retidos. Duas pessoas continuam desaparecidas, e as condições dentro da gruta eram descritas como deterioradas em vídeos gravados no interior.
Participação e contexto internacional
As equipas de resgate do Laos foram reforçadas por colegas da Tailândia e por equipes de Japão, Malásia, Indonésia, França e Austrália. Vários membros de resgate já tinham participado, em 2018, num resgate semelhante numa gruta do norte da Tailândia, envolvendo 12 estudantes e o treinador de futebol.
O local permanece numa zona acidentada da região de Xaisomboun, onde as condições de inundação complicaram as operações. As autoridades não avançaram com prazos para o resgate dos dois still desaparecidos, mantendo o foco na segurança dos envolvidos.
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