- Bruce Springsteen e Tom Morello anunciaram o festival Power to the People, marcado para 3 de outubro no Merriweather Post Pavilion, em Columbia, Maryland, a um mês das eleições intercalares.
- O evento é um festival de protesto às políticas da administração de Donald Trump, promovido como uma celebração de liberdade, justiça, igualdade e rock’n’roll, com Springsteen entre os cabeças de cartaz.
- Parte das receitas dos bilhetes será destinada às organizações VoteRiders e HeadCount.
- O cartaz inclui ainda Foo Fighters, Dave Matthews, Brittany Howard, Joan Baez, Dropkick Murphys, Jack Black, Serj Tankian, Killer Mike, Taylor Momsen e Linda Lindas, entre outros.
- Em atuações recentes, Springsteen criticou Trump, dizendo que a democracia está a ser desafiada e pedindo ao povo para agir.
Bruce Springsteen e Tom Morello anunciaram um festival de protesto contra a administração Trump, com foco nas políticas da Casa Branca. O evento Power to the People está previsto para 3 de Outubro, em Columbia, Maryland, perto de Washington, D.C., e visa mobilizar apoio à democracia, liberdade, justiça e igualdade, num dia de activismo com música.
O festival, de um dia e dois palcos, ocorre no Merriweather Post Pavilion. Parte das receitas dos bilhetes destina-se às organizações VoteRiders e HeadCount, de sem fins lucrativos, que promovem o registo e participação cívica. Confirmaram ainda a presença artistas como Dropkick Murphys, Jack Black, Serj Tankian, Killer Mike, Taylor Momsen e Linda Lindas.
Detalhes do festival e contexto
A iniciativa surge enquanto Springsteen critica há anos a gestão de Donald Trump. Na noite anterior ao anúncio, o músico atuou no Nationals Park, em Washington, acompanhando Morello. No espetáculo, várias composições políticas foram interpretadas, incluindo temas sobre violência policial e imigração, num tom de denúncia de abusos de poder.
O músico apelou aos presentes para que a participação cívica seja ampliada pela música, pela arte e pela comunidade. Reforçou que a ideia é mostrar que a população pode promover mudanças sem esperar por terceiros. A administração Trump respondeu com críticas, incluindo promessas de boicote aos concertos do artista.
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