- Palestinianos na Faixa de Gaza assinalaram o Eid al-Adha a 27 de maio, com orações em Khan Younis e na Cidade de Gaza, entre escombros.
- Fiéis estenderam tapetes de oração junto a edifícios arruinados e zonas de destruição durante uma das festas mais importantes do Islão.
- O ambiente tradicional de celebração foi fortemente afetado pelo conflito, deslocação e perda que persistem na região.
- Mahmoud Saqer, de Khan Younis, disse que “não há Eid”, descrevendo sofrimento e luto entre civis sob violência.
- Ayda Al-Banna, que participou na Cidade de Gaza com a neta, afirmou que os filhos tinham sido mortos e que o Eid já não tem significado para si.
Os palestinianos da Faixa de Gaza assinalaram o Eid al-Adha a 27 de maio, rezando em zonas fortemente destruídas de Khan Younis e da Cidade de Gaza, num contexto de conflito que persiste há anos, com deslocações e perdas.
Fidelidade às tradições foi marcada por tapetes de oração estendidos junto a edifícios arruinados e pilhas de escombros, em meio a um ambiente de celebração reduzido pela violência e pela instabilidade no território.
Mahmoud Saqer, morador de Khan Younis, afirmou que não há Eid, descrevendo o sofrimento e o luto que acompanham civis sob violência contínua na região.
Ayda Al-Banna, que participou nas orações na Cidade de Gaza com a neta, indicou que os filhos foram mortos e que o Eid perdeu o significado para ela, refletindo o impacto pessoal do conflito.
Imagens divulgadas de ambas as cidades mostravam apenas sinais limitados de festividade, com alguns balões entre ruas ladeadas por destruição, enquanto a guerra devastou infraestruturas e provocou deslocamentos substanciais.
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