- A NASA confirmou a existência de mais de seis mil exoplanetas na Via Láctea, com muitos em zonas habitáveis.
- A missão TESS, lançada em 2018, permitiu mapear milhares de exoplanetas na nossa galáxia.
- Os exoplanetas vão desde mundos semelhantes a Mercúrio até gigantes maior que Júpiter, com alguns a menos de condições para água líquida.
- O exoplaneta mais próximo com potencial de vida fica a 4,2 anos-luz, orbitando Proxima Centauri.
- A Parker Solar Probe alcança cerca de 194,44 km/s, muito menos do que a luz (aproximadamente 300 mil km/s), o que, segundo a NASA, dificulta qualquer contacto.
A NASA revelou que existem mais de seis mil exoplanetas na Via Láctea, alguns situados em zonas habitáveis dos seus sistemas estelares. A nova imagem divulgada pela missão TESS mostra milhares de mundos orbitando estrelas diferentes do Sol. Exoplanetas são planetas situados fora do nosso Sistema Solar.
A TESS, lançada em 2018, tem o objetivo de detetar exoplanetas. Desde então, a agência espacial confirmou a existência de milhares de planetas na nossa galáxia, com tamanhos que vão desde mundos semelhantes a Mercúrio até gigantes bem maiores que Júpiter. Muitos situam-se em zonas onde pode existir água líquida.
Entre os destaques, o exoplaneta mais próximo com potencial de vida fica na estrela Proxima Centauri, a 4,2 anos-luz de distância. Este dado reforça o interesse científico na procura de condições que indiquem água líquida.
Distâncias e barreiras
A distância entre a Terra e Proxima Centauri mostra a magnitude do desafio de contacto. A velocidade máxima da sonda não tripulada Parker Solar Probe alcançou 700 mil km/h, ou 194,44 km/s. Em comparação, a velocidade da luz é de cerca de 300 mil km/s, o que dificulta qualquer comunicação ou viagem interestelar com as tecnologias atuais.
Implicações da descoberta
Os documentos oficiais destacam que a detecção de milhares de exoplanetas amplia a compreensão da diversidade planetária na Via Láctea. Contudo, não há confirmação de vida noutros mundos, nem de possibilidades de contacto com civilizações alienígenas. A comunidade científica continua a estudar as condições que permitem água líquida.
Fonte: NASA, com base nas informações da missão TESS e observações de exoplanetas na Via Láctea.
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