- Dois italianos detidos pelas tropas israelitas após a interceção da flotilha Global Sumud regressaram a Itália na quinta-feira.
- Eles denunciaram agressões durante a detenção.
- O jornalista Alessandro Mantovani, que seguia na flotilha, afirmou ter sido alvo de pontapés e socos.
- Mantovani descreveu o centro de detenção como “um lugar de terror”.
- As declarações surgem no seguimento do regresso dos dois italianos à Itália.
Dois italianos detidos pelas forças israelitas depois da interceção da flotilha Global Sumud regressaram a Itália nesta quinta-feira e denunciaram agressões durante a detenção. A confirmação foi feita pelo serviço consular italiano.
Entre os detidos está o jornalista Alessandro Mantovani, que viajava na flotilha. Mantovani afirmou ter sido alvo de agressões físicas durante o período de detenção, segundo relatos familiares e de representantes políticos.
As ocorrências ocorreram durante a interceção no mar Mediterrâneo, numa operação conduzida pelas autoridades israelitas. A motivação formal não foi amplamente detalhada, mas o caso é acompanhado pela imprensa e por organizações de direitos humanos.
Mantovani descreveu o centro de detenção como um local com condições que classificou de inadequadas, reforçando a denúncia de violência. As autoridades italianas solicitaram informações completas sobre o sucedido e garantias de tratamento conforme o direito internacional.
A flotilha Global Sumud tinha como objetivo seguir em direção a uma área de bloqueio marítimo, segundo a organização que coordena o agrupamento. As autoridades israelitas afirmaram ter impedido a passagem por questões de segurança e de política de fronteiras.
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