- Os dois portugueses da flotilha para Gaza, Beatriz Bartilotti e Gonçalo Dias, devem regressar a Portugal nesta quinta-feira, após serem inicialmente transportados para a Turquia.
- Cerca de quatrocentos e trinta membros da flotilha permanecem detidos no porto de Ashdod, desde que Israel interceptou as embarcações na segunda-feira.
- A Turquia informou que vai realizar voos especiais para repatriar os seus cidadãos e outros países, incluindo pelo menos setenta e oito pessoas.
- A flotilha, com mais de cinquenta embarcações e participantes de quarenta e quatro países, partiu de Marmaris, na Turquia, há uma semana.
- Internacionalmente, houve condenações ao vídeo do ministro israelita Itamar Ben-Gvir; em especial, o embaixador dos Estados Unidos em Telavive classificou as ações de “desprezíveis”, e autoridades portuguesas também repudiaram o tratamento aos activistas.
Dois médicos portugueses detidos em Israel devem regressar a território nacional esta quinta-feira, após terem sido deslocados para a Turquia. O repatriamento faz parte de uma operação que já viu mais de 400 membros da flotilha serem encaminhados para casa.
A flotilha, com mais de 50 embarcações, partiu de Marmaris, na Turquia, há uma semana e tinha como alvo Gaza. Cerca de 430 pessoas permanecem detidas no porto de Ashdod desde a interceptação das embarcações pelas Forças Armadas israelitas.
A Turquia anunciou a realização de voos especiais para repatriar os seus cidadãos, num total de pelo menos 78, e outros elementos de diferentes países. A situação ocorre numa altura em que várias vozes internacionais criticam a atuação de Israel na operação.
Reações internacionais
Diversos governos condenaram a atuação de autoridades israelitas. O vídeo de um ministro israelita a provocar ativistas gerou repúdio global, incluindo de aliados de Israel. O Itálias, França, Espanha, Bélgica e Canadá manifestaram preocupação com o tratamento dado aos activistas, incluindo os portugueses.
O primeiro-ministro de Portugal e o ministro dos Negócios Estrangeiros consideraram inaceitável o tratamento dos activistas. Responsáveis italianos também exigiram explicações e pedidos de desculpas. A situação está a evoluir com novos desenvolvimentos sobre repatriamentos e respostas diplomáticas.
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