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EUA impõem sanções a figuras cubanas e ao serviço de informações

Washington inclui a principal agência cubana de inteligência e dezenas de oficiais na lista de sanções, proibindo negociações em dólares e congelando ativos

Bandeira de Cuba
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  • Os EUA, através do Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC), adicionaram a principal agência de inteligência de Cuba e aproximadamente uma dúzia de altos funcionários cubanos à sua lista de sujeitos a sanções.
  • Entre os sancionados estão Estabán Lazo, presidente da Assembleia Nacional e do Conselho de Estado de Cuba, e três ministros — Justiça, Energia e Comunicações.
  • Quatro generais cubanos, incluindo o chefe da espionagem militar José Miguel Gómez del Vallín, também entraram na lista.
  • A inclusão implica a proibição de negociações com os sancionados por entidades ou cidadãos dos EUA, o congelamento de ativos e aplicação de transações em dólares norte‑americanos.
  • O movimento faz parte de uma pressão contínua dos EUA sobre Cuba, com sanções adicionais e endurecimento de condições econômicas, em contexto de tensões e ameaças de intervenção.

Os Estados Unidos adicionaram a principal agência de inteligência de Cuba, juntamente com cerca de uma dúzia de altos funcionários, à lista de entidades e indivíduos sancionados. A informação foi divulgada pelo Departamento do Tesouro, na terça-feira, através do Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC).

Entre os novos sancionados estão Estabán Lazo, presidente da Assembleia Nacional e do Conselho de Estado, e três ministros — Justiça, Energia e Comunicações. Quatro generais cubanos, incluindo o chefe da espionagem militar, José Miguel Gómez del Vallín, que também é deputado, integram ainda a lista.

A sanção impede qualquer pessoa ou empresa nos EUA, ou com subsidiárias nos EUA, de negociar com os sancionados, incluindo transações em dólares. Também congela ativos detidos direta ou indiretamente nos Estados Unidos.

Contexto regional e medidas adicionais

Desde a detenção do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro, Washington tem usado sanções para pressionar Cuba a abrir a economia e reformar o sistema político, mantendo o embargo e medidas extraterritoriais. O embargo petrolífero continua a limitar a entrada de crude na ilha, com novas ações paralelas de caráter extraterritorial.

Em maio, o Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, num comício na Flórida, que pretende assumir o controlo de Cuba “quase imediatamente” após o desfecho da guerra contra o Irão. Em resposta, o Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, disse, em meados de abril, que o país está preparado para enfrentar uma possível agressão.

A defesa civil cubana lançou recentemente um “guia familiar” para proteção contra ataques, segundo fontes oficiais provinciais, num contexto de tensões regionais.

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