- Donald Trump chegou a Pequim para uma visita oficial de três dias, sendo recebido com honras de Estado, incluindo passadeira vermelha, guarda de honra e coro de crianças.
- Trump deverá ser formalmente recebido pelo presidente Xi Jinping na quinta-feira, num conjunto de encontros que inclui um banquete de Estado e uma visita ao Templo do Céu.
- O presidente norte‑americano afirmou que os encontros vão privilegiar questões comerciais, e que o Irão não será o foco principal, alegando que a situação está sob controlo.
- A comitiva de Trump inclui dezasseis líderes de grandes multinacionais, entre eles Elon Musk, da Tesla, e Jensen Huang, da Nvidia, com o objetivo de abrir o mercado chinês às empresas americanas.
- Além do comércio, discutem-se Taiwan, o pacote de ajuda militar americano e um possível novo tratado internacional de limitação de armas nucleares envolvendo os EUA, a Rússia e a China.
Donald Trump chegou hoje a Pequim para uma visita oficial de três dias, emoldurada por cerimónias de honra de Estado. A recepção incluiu passadeira vermelha, guarda de honra, banda militar e um coro de 300 crianças com bandeiras dos dois países.
À chegada, Trump foi recebido pelo vice-presidente chinês Han Zheng, pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Ma Zhaoxu e pelos embaixadores de ambos os países. Esta é a primeira visita de um presidente norte-americano à China em quase uma década.
O líder norte-americano chega com uma comitiva de 16 líderes de grandes empresas, entre as quais figuram Elon Musk, da Tesla, e Jensen Huang, da Nvidia. Trump pretende pedir a Xi Jinping a abertura do mercado chinês a empresas americanas, para expandir a presença de tecnologia e serviços dos EUA no país.
Agenda económica
A visita inclui um jantar de Estado e uma deslocação ao Templo do Céu, segundo a embaixada chinesa. O tema principal é a cooperação comercial entre as duas maiores economias do mundo, com foco em condições de acesso ao mercado e investimento.
Segurança regional e armamentos
Trump quer discutir Taiwan, incluindo o pacote de ajuda militar norte-americano aprovado pelo Congresso no ano passado. O encontro previa ainda potenciais acordos internacionais de limitação de armas nucleares envolvendo EUA, Rússia e China. A China mantém posição de soberania e vê os temas com cautela.
Entre na conversa da comunidade