- A Ryanair pediu ao Governo português para suspender até setembro a implementação do novo sistema europeu de controlo de entradas e saídas.
- A empresa alerta para longas filas nos aeroportos durante o pico do verão e para potenciais atrasos no controlo de passaportes.
- A Ryanair afirma que, desde 10 de abril de 2026, o sistema está plenamente operacional, mas faltam meios de pessoal, preparação dos sistemas e quiosques.
- Diz que os tempos de espera já passam de uma a duas horas em Faro, Funchal e Porto, com passageiros a perder voos.
- A transportadora compara a situação com a Grécia, que suspendeu o sistema até setembro, e diz ter escrito a vários governos, incluindo o ministro da Administração Interna de Portugal, Luís Neves, a pedir a suspensão.
A Ryanair pediu ao Governo português que suspenda, até setembro, a implementação do novo sistema europeu de controlo de entradas e saídas. A companhia justifica o pedido pela perspetiva de reduzir filas nos aeroportos durante o pico do verão.
Segundo a empresa, as autoridades portuguesas sabem há mais de três anos que o sistema ficaria operacional desde 10 de abril de 2026, mas não foram assegurados meios adequados de pessoal, sistemas e quiosques.
A Ryanair afirma que, nos aeroportos de Faro, Funchal e Porto, os tempos de espera no controlo de passaportes já ultrapassam uma a duas horas, devido a falta de pessoal e falhas no sistema, com passageiros a perder voos.
A companhia compara a situação com a Grécia, que segundo a Ryanair suspendeu o sistema até setembro para gerir as filas no verão. A empresa também indicou ter escrito aos governos dos 29 países abrangidos, incluindo o ministro da Administração Interna de Portugal, Luís Neves.
O diretor de operações da Ryanair, Neal McMahon, afirma que o sistema é mal preparado para a época alta e que a suspensão até setembro é uma solução prevista na UE, no Regulamento UE 2025/1534, para permitir operações sem constrangimentos.
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