- O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, defendeu na IV Cimeira em Defesa da Democracia, em Barcelona, uma ONU mais representativa e renovada, com liderança feminina.
- Reiterou a necessidade de reformar a Organização das Nações Unidas e afirmou que poderia ser dirigida por uma mulher.
- Alertou para ataques ao sistema multilateral, à observância das regras do direito internacional e à normalização do recurso à força.
- Sustentou que a democracia corre risco de se esvaziar por dentro e que a resposta não pode ser apenas defensiva, devendo-se propor e liderar melhorias.
- A cimeira, na Fira de Barcelona, reúne cerca de uma vintena de líderes progressistas e foca a luta contra a desigualdade e o fortalecimento do multilateralismo.
Pedro Sánchez defendeu, na IV Cimeira em Defesa da Democracia, realizada na Fira de Barcelona, a reforma da ONU e uma liderança feminina para a organização. O objetivo é aumentar a credibilidade do sistema multilateral.
O primeiro-ministro espanhol pediu uma renovação urgente das Nações Unidas, afirmando que o momento é de reformar estruturas e exigiu que a ONU seja dirigida por uma mulher. A cimeira reúne cerca de duas dezenas de líderes progressistas.
Sánchez alertou para ataques ao sistema multilateral e ao direito internacional, bem como para a normalização do recurso à força. O tema esteve presente no discurso de abertura da cimeira.
Ele reforçou a necessidade de uma ONU mais eficiente, transparente, democrática e representativa, capaz de enfrentar os desafios do século XXI, incluindo a governação digital e a desinformação.
O chefe do Governo destacou ainda a importância de combater a desinformação e de evitar que algoritmos promovam ódio e polarização, lembrando que a tecnologia pode ajudar, desde que haja regras.
A cimeira de Barcelona abordou, para além da reforma da ONU, a redução das desigualdades e a defesa de um multilateralismo forte para enfrentar o aumento de discursos extremistas.
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