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Sánchez defende reforma da ONU e sugere liderança feminina

Pedro Sánchez defende reforma da ONU e liderança feminina como resposta à credibilidade e à renovação do multilateralismo

Presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, de fato claro, posa com participantes da Cimeira pela Defesa da Democracia, realizada em Barcelona, a 18 de abril.
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  • O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, defendeu na IV Cimeira em Defesa da Democracia, em Barcelona, uma ONU mais representativa e renovada, com liderança feminina.
  • Reiterou a necessidade de reformar a Organização das Nações Unidas e afirmou que poderia ser dirigida por uma mulher.
  • Alertou para ataques ao sistema multilateral, à observância das regras do direito internacional e à normalização do recurso à força.
  • Sustentou que a democracia corre risco de se esvaziar por dentro e que a resposta não pode ser apenas defensiva, devendo-se propor e liderar melhorias.
  • A cimeira, na Fira de Barcelona, reúne cerca de uma vintena de líderes progressistas e foca a luta contra a desigualdade e o fortalecimento do multilateralismo.

Pedro Sánchez defendeu, na IV Cimeira em Defesa da Democracia, realizada na Fira de Barcelona, a reforma da ONU e uma liderança feminina para a organização. O objetivo é aumentar a credibilidade do sistema multilateral.

O primeiro-ministro espanhol pediu uma renovação urgente das Nações Unidas, afirmando que o momento é de reformar estruturas e exigiu que a ONU seja dirigida por uma mulher. A cimeira reúne cerca de duas dezenas de líderes progressistas.

Sánchez alertou para ataques ao sistema multilateral e ao direito internacional, bem como para a normalização do recurso à força. O tema esteve presente no discurso de abertura da cimeira.

Ele reforçou a necessidade de uma ONU mais eficiente, transparente, democrática e representativa, capaz de enfrentar os desafios do século XXI, incluindo a governação digital e a desinformação.

O chefe do Governo destacou ainda a importância de combater a desinformação e de evitar que algoritmos promovam ódio e polarização, lembrando que a tecnologia pode ajudar, desde que haja regras.

A cimeira de Barcelona abordou, para além da reforma da ONU, a redução das desigualdades e a defesa de um multilateralismo forte para enfrentar o aumento de discursos extremistas.

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