- O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou que os Estados Unidos não vão renovar a suspensão das sanções ao petróleo russo armazenado no mar.
- A medida foi criada para mitigar o aumento dos preços dos combustíveis.
- O governo já tinha anunciado uma decisão idêntica relativamente ao petróleo iraniano, na terça-feira.
- As sanções visam as receitas petrolíferas de Moscovo e Teerã, punindo ações como a invasão da Ucrânia e o programa nuclear iraniano, bem como o apoio a grupos armados.
- Em março, Washington adoptou uma isenção temporária para moderar a subida de preços provocada pelo conflito no Médio Oriente.
O secretário do Tesouro dos EUA anunciou nesta quarta-feira que a administração não vai renovar a suspensão das sanções ao petróleo russo armazenado no mar, medida criada para atenuar o aumento dos preços dos combustíveis.
A decisão segue a notificacão anterior, feita na terça-feira, de estender a mesma linha de atuação para o petróleo iraniano. Ambas as ações fazem parte da política de sanções norte-americana contra recursos petrolíferos.
O governo dos EUA mantém sanções sobre o petróleo da Rússia e do Irão com o objetivo de reduzir as receitas das autoridades desses países, que são vistos como rivais internacionais pelos Estados Unidos.
A punição visa punir Moscovo pela invasão da Ucrânia e o Irão pelo seu programa nuclear e pelo financiamento de grupos armados. Washington, União Europeia e outros países consideram tais entidades terroristas.
Para conter a subida de preços provocada pelo conflito no Médio Oriente, em março Washington criou uma isenção temporária que permitiu a venda de petróleo de ambos os países.
Entre na conversa da comunidade