- Xi Jinping critica o bloqueio, dizendo que o mundo não deve regressar à lei da selva.
- Pelo menos três navios da lista de sanções, incluindo um chinês, conseguiram atravessar o estreito de Ormuz desde o início do bloqueio.
- Petroleiros associados ao Irão, visados por sanções norte‑americanas, continuavam a atravessar o estreito nesta terça-feira.
- O bloqueio naval dos EUA aos portos iranianos começou na segunda-feira, 13 de abril.
O presidente chinês Xi Jinping criticou o que classifica como uma regressão para a lei da selva, enquanto navios ligados ao Irão continuam a atravessar o estreito de Ormuz. Três barcos da lista de sanções, incluindo um chinês, passaram pela passagem desde o início do bloqueio.
O grupo de navios sancionados tem enfrentado restrições do governo dos EUA, que bloqueou portos iranianos. Mesmo assim, registos indicam que petroleiros associados ao Irão mantêm o atravessamento da zona estratégica.
O bloqueio naval norte-americano aos portos iranianos teve início na segunda-feira, 13 de abril. As autoridades dos EUA justificam a medida como parte de sanções económicas para pressionar o regime iraniano.
A passagem pelo estreito de Ormuz, onde passam grande parte das exportações de petróleo da região, permanece sob escrutínio internacional. Analistas avaliam impactos potenciais sobre fretes, preços de energia e relações diplomáticas.
Xi Jinping destacou, numa intervenção diplomática, a importância de evitar escaladas que possam abalar o comércio global. O discurso ocorre num momento de tensão entre Washington e Teerã e com a presença de navios sancionados em trânsito.
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