- O Partido Liberal, liderado por Mark Carney, garantiu maioria parlamentar nas intercalares em Ontário e no Quebeque, assegurando governo até 2029.
- A vitória eleva para 174 os lugares dos liberais na Câmara dos Comuns, num total de 343 assentos.
- Os liberais venceram em Scarborough Southwest e University–Rosedale (Ontário) e em Terrebonne (Quebeque).
- Em Ontário, Danielle Martin conquistou University–Rosedale e Dolly Begum venceu Scarborough Southwest; em Terrebonne, Tatiana Auguste assegurou o triunfo.
- O líder da oposição, Pierre Poilievre, criticou a vitória, alegando que o Liberalismo foi construído com votos de deputados que mudaram de partido.
O Partido Liberal do Canadá garantiu uma maioria parlamentar nas intercalares de Ontário e Québec, realizadas na segunda-feira. Mark Carney, primeiro-ministro, consolida o poder até às eleições nacionais de 2029. A vitória permite aprovar leis sem apoio da oposição.
A conquista ocorre um ano depois de Carney ter tomado posse como líder do Governo. O Liberal soma 174 lugares numa Câmara dos Comuns com 343 assentos, assegurando governabilidade sem depender de acordos da oposição.
No sistema de Ontário, os liberais venceram em Scarborough Southwest e University–Rosedale, dois círculos tradicionalmente favoráveis ao partido. Em Québec, Terrebonne também caiu para os liberais, em resultado de uma disputa apertada.
A vitória em University–Rosedale foi assegurada por Danielle Martin, médica e dirigente na área de saúde. Em Scarborough Southwest venceu Dolly Begum, antiga vice-líder provincial do NDP. Em Terrebonne, Tatiana Auguste levou o círculo para os liberais, quebrando a tradição do Bloc Québécois.
O líder liberal explicou que os eleitores depositaram confiança no plano do novo Governo, segundo declarações feitas à CBC. Afirmou estar preparado para unir o país e construir um Canadá mais forte. A vitória mostra que o governo poderá enfrentar o próximo mandato com estabilidade.
Reação da oposição não tardou. Pierre Poilievre, líder conservador, criticou o resultado, referindo-se a acordos de bastidores com deputados que mudaram de partido. A explicação baseia-se na atuação de cinco parlamentares que cruzaram a bancada.
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