- A ativista moçambicana Graça Machel criticou hoje a recorrente contratação de empresas e especialistas estrangeiros em concursos públicos para obras financiadas por parceiros internacionais em Moçambique.
- Questiona a exclusão de engenheiros nacionais dos grandes projetos de infraestrutura.
- A crítica surge no âmbito das obras públicas financiadas por parceiros internacionais.
- Machel defende uma maior participação de profissionais moçambicanos nos concursos e nos projetos de grande envergadura.
Graça Machel criticou hoje a prática de contratar empresas e especialistas estrangeiros em concursos públicos para obras públicas financiadas por parceiros internacionais, questionando a exclusão de engenheiros nacionais dos grandes projetos.
A ativista afirma que a presença de técnicos locais é essencial para a viabilidade e a transferência de know-how, especialmente em infraestruturas estratégicas para o desenvolvimento do país.
Segundo as declarações, a participação de profissionais nacionais nos concursos pode favorecer soluções adaptadas ao contexto moçambicano, reduzindo dependência externa em fases críticas do planeamento.
Não houve confirmação imediata de comentários oficiais por parte de entidades governamentais ou dos parceiros internacionais envolvidos, mantendo o tema em análise pública.
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