- Melania Trump negou qualquer participação no escândalo envolvendo Jeffrey Epstein, em declaração na Casa Branca.
- A primeira-dama afirmou que as mentiras que a ligam a Epstein devem acabar, e criticou quem as propagou.
- Reiterou que imagens e declarações falsas sobre Epstein circulam nas redes sociais há anos.
- Epstein morreu em 2019, em custódia federal, enquanto aguardava julgamento por crimes de tráfico sexual envolvendo menores; o Departamento de Justiça divulgou ficheiros relacionados.
- Pediu ao Congresso uma audição pública para que sobreviventes dos abusos possam depor sob juramento.
Melania Trump negou nesta quinta-feira qualquer ligação à rede de abusos associada a Jeffrey Epstein, destacando que as acusações não são verdadeiras. A primeira-dama dos EUA respondeu numa declaração na Casa Branca, sem detalhar as razões da menção a Epstein.
A antiga modelo, de 55 anos, afirmou que as informações vinculando-a ao caso são falsas, inconsistentes e criadas há anos. Garantiu que não esteve envolvida em atividades de Epstein, nem viajou no avião ou visitou a ilha privada associada ao empresário.
O escândalo ganhou nova atenção pública numa altura em que o foco mediático já se centrava em outras matérias internacionais envolvendo o governo de Donald Trump. Epstein morreu em 2019, enquanto aguardava julgamento por exploração de menores.
O Departamento de Justiça dos EUA tem, ao longo de 2023 e 2024, tornado públicos vários ficheiros relacionados com Epstein. O presidente expressou reiteradamente que não tem ligação com os crimes do empresário.
Melania Trump insistiu que nunca teve conhecimento dos abusos de Epstein contra as vítimas e pediu ao Congresso que realize uma audição pública. A finalidade seria permitir que sobreviventes deporem sob juramento.
Além disso, a primeira-dama pediu que não se espalhem imagens ou declarações falsas sobre Epstein e sobre si, assegurando que tais conteúdos circulam online há muitos anos.
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