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Coreia do Norte testa míssil balístico e arma EM antes da chegada de ministro chinês

Coreia do Norte testa míssil balístico com ogiva de fragmentação e arma electromagnética, sinalizando ataque a infraestruturas sul-coreanas, enquanto chega o ministro chinês a Pyongyang

Notícia dos testes dos mísseis balísticos norte-coreanos na televisão sul-coreana
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  • A Coreia do Norte testou uma ogiva de bomba de fragmentação para um míssil balístico e uma arma electromagnética, segundo a agência estatal KCNA.
  • A Academia de Ciências de Defesa e a Administração de Mísseis também realizaram testes de bombas de fibra de carbono e de um sistema móvel de mísseis antiaéreos de curto alcance.
  • O general que supervisionou os testes, Kim Jong-sik, afirmou que a arma electromagnética e as bombas de fibra de carbono são recursos especiais para as forças armadas norte-coreanas.
  • O míssil balístico tático terra-terra Hwasongpho-11 Ka, com ogiva de fragmentação, seria capaz de reduzir a cinzas de um alvo numa área de até sete hectares.
  • O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, chegou a Pyongyang para uma visita de dois dias, num contexto de especulações sobre cimeiras com o líder norte-coreano.

A Coreia do Norte informou ter testado esta semana uma ogiva de bomba de fragmentação para um míssil balístico, além de uma arma electromagnética. Estes testes, anunciados pela KCNA, integram uma série de exercícios da Academia de Ciências de Defesa e da Administração de Mísseis, publicados como parte de demonstrar capacidades de guerra moderna.

Segundo a KCNA, o general Kim Jong-sik supervisionou os testes, incluindo bombas de fibra de carbono e um sistema móvel de mísseis antiaéreos de curto alcance. A agência justificou que a arma electromagnética e as bombas de fibra de carbono são “recursos especiais” das forças armadas norte-coreanas. O Estado-Maior sul-coreano já tinha indicado, anteriormente, lançamentos de mísseis ao longo de vários dias.

A Coreia do Norte não divulgou números específicos sobre os lançamentos, alegando apenas ter testado o sistema móvel de mísseis antiaéreos e as capacidades de combate da ogiva do míssil. Analistas veem os exercícios como demonstração de força orientada a adversários e aliados, sinalizando capacidades que podem impactar uma guerra moderna.

Visita chinesa a Pyongyang

Wang Yi, ministro dos Negócios Estrangeiros da China, chegou a Pyongyang para uma visita de dois dias, sem detalhes sobre encontros com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. A presença de Wang ocorre num momento de tensões regionais e de interesse chinês em acompanhar o desenvolvimento do armamento norte-coreano.

Especialistas sul-coreanos indicam que os testes refletem uma modernização do arsenal com tecnologia de ponta, incluindo possível uso de guerra electrónica para afetar redes elétricas e equipamentos inimigos. A discussão sobre o potencial de causar danos a infraestruturas industriais sul-coreanas tem sido focal para analistas.

Alguns cientistas consultados mencionam que a utilização de matérias-primas de baixo custo pode apontar para planos de produção em massa. A defesa sul-coreana continua atenta ao conjunto de capacidades reveladas por Pyongyang, em especial no contexto de diálogo e condições de segurança na península.

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