- O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros afirmou que Portugal condena qualquer escalada na guerra no Irão, tenha ela retórica ou efetiva.
- Na mesma altura, o Presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu destruição em massa no contexto de confrontos com o Irão.
- Paulo Rangel reiterou que os EUA cumprem as condições impostas por Portugal para a utilização da Base das Lajes.
- O ministro criticou a visita do líder do Partido Socialista à Venezuela.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal condenou a escalada na guerra no Irão, afirmando que Portugal não tolera qualquer aumento de hostilidade, seja retórico ou efetivo. Falo na comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros, durante uma intervenção pública.
Paulo Rangel manteve que os EUA cumprem as condições impostas por Portugal para a utilização da Base das Lajes, revelando que o governo português continua atento aos acordos existentes. O objetivo é evitar novas provocações e garantir a segurança regional.
O governante também comentou a situação internacional do Irão, apelando a contenção por parte das maiores potências envolvidas. A declaração foi feita numa altura em que várias vozes internacionais pedem moderação e vias diplomáticas para reduzir tensões.
Paralelamente, Paulo Rangel criticou a visita do líder do PS à Venezuela, enfatizando que tal deslocação deve ser analisada à luz de impactos diplomáticos e de política externa. A manifestação coincide com o debate oficial sobre alianças e posicionamentos de Portugal no contexto regional.
Ainda sem data especificada, o parlamento português mantém o escrutínio sobre a situação no Irão, bem como sobre as relações externas do país, incluindo as condições de uso da Base das Lajes.
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