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Pesquisadores debatem a língua como fator social, económico e político em Lisboa

Evento em Lisboa discute a língua como motor social, económico e político, com debates presenciais e transmissão online entre 8 e 10 de abril

Conferência em Lisboa debate a língua como fator social, econômico em político
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  • A I Conferência Internacional Língua e Mundo, em Lisboa, entre 8 e 10 de abril, discute a língua como fator social, económico e político e o seu papel na defesa e nas relações internacionais.
  • O evento é organizado pela Cátedra Língua e Mundo, coordenada pela professora Luísa Godinho, da Universidade Autónoma de Lisboa, e tem parceiros como a Organização de Estados Ibero-Americanos, o Instituto da Defesa Nacional e a Universidade Aberta.
  • A iniciativa pretende promover uma reflexão alargada sobre a língua portuguesa no mundo, com participação de investigadores brasileiros e de outras nacionalidades.
  • A conferência aborda a língua como elemento que define interesses, projeta poder e constrói comunidades políticas, em contexto de interdependência entre Estados e sociedades.
  • As sessões presenciais decorrem na Universidade Autónoma de Lisboa (8 de abril), no Instituto da Defesa Nacional (9 de abril) e na Universidade Aberta (10 de abril), das 10h às 17h; a entrada é gratuita e há transmissão online disponível.

Entre 8 e 10 de abril, Lisboa recebe a I Conferência Internacional Língua e Mundo, que analisa a língua como fator social, económico e político. O foco recai no papel da língua como instrumento de defesa e de relações internacionais.

A Cátedra Língua e Mundo, sob a coordenação da professora Luísa Godinho, organiza o evento em parceria com a OIA, o Instituto da Defesa Nacional e a Universidade Aberta. Contará ainda com três publicações científicas associadas.

Participam investigadores nacionais e internacionais, incluindo várias referências brasileiras. O encontro pretende promover uma reflexão alargada sobre a língua portuguesa no mundo.

Objetivos e formato

As sessões decorrem das 10h às 17h, em três locais distintos: Universidade Autónoma de Lisboa (8 de abril), Instituto da Defesa Nacional (9 de abril) e Universidade Aberta (10 de abril). A participação é presencial, com transmissão online disponível para quem não estiver em Lisboa.

A ideia central é analisar como a língua molda interesses, poder e comunidades políticas. A coordenadora sublinha que as palavras influenciam prioridades e decisões políticas, especialmente nos domínios da defesa e da política externa.

Oradores e temas-chave

A conferência tem como oradora convidada a professora Regina Brito, da Universidade Mackenzie, referência nos estudos da língua portuguesa. Destaque também para a professora Ana Paula Laborinho, diretora da OIA, bem como para Raquel Freire (Universidade de Coimbra), Paulo Osório (Universidade Aberta) e Pedro Emanuel Mendes (Universidade Nova de Lisboa).

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