- A tripulação de quatro membros da Artemis II verá um eclipse solar durante o sobrevoo da face oculta da Lua, alcançando um recorde histórico de distância.
- O eclipse ficará visível a partir da cápsula Orion à medida que o Sol fica oculto por detrás da Lua, algo que não pode ser visto a partir da Terra.
- Durante o fenómeno, os astronautas devem observar a Lua quase completamente escura, procurar flashes de meteoróides, poeira levantada e objetos do espaço profundo, incluindo planetas.
- Enquanto o Sol passa por detrás da Lua, será possível observar a coroa solar, a camada externa da atmosfera solar.
- O plano de observação de seis horas na tarde de hoje visa registar crateras, fluxos de lava antigos, fissuras e cristas da Lua para ajudar a compreender a sua formação e o sistema solar, segundo a NASA.
Os quatro astronautas da Artemis II deverão assistir a um eclipse solar durante o sobrevoo da face oculta da Lua, esta segunda-feira, a bordo da cápsula Orion. A missão procura alcançar um recorde histórico de distância percorrida pela humanidade.
Durante o eclipse, o Sol ficará oculto por detrás da Lua, visto da perspetiva da Orion. Este fenómeno não é visível a partir da Terra e permitirá aos tripulantes observar uma Lua praticamente escura.
A observação pode ainda permitir identificar flashes de meteoróides que atingem a superfície lunar, bem como poeira que se eleva na orla do satélite e outros alvos do espaço profundo, incluindo planetas. O Sol também mostrará a coroa solar, a camada mais externa da sua atmosfera.
Observação do eclipse
A missão descreve a experiência como um momento único, que aproxima a Lua e a humanidade. O eclipse deverá ser registado ao longo de seis horas, numa janela de observação programada para a tarde de hoje.
Os cientistas planeiam recolher dados sobre crateras, antigos fluxos de lava, fissuras e cristas, registando a evolução da camada externa da Lua ao longo do tempo. Tais informações ajudam a compreender a formação do sistema solar.
Os responsáveis consideram que os dados recolhidos podem inspirar novas gerações de cientistas e exploradores. Além disso, o evento pretende criar um ponto de ligação tangível entre a Lua e a humanidade.
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