- A Air China retomou os voos diretos entre Pequim e Pyongyang após seis anos de suspensão, com serviço inicial semanal às segundas-feiras.
- A medida visa reforçar as ligações com a Coreia do Norte, um país amplamente controlado no turismo e nos visitantes.
- Pyongyang tem sido cautelosa em emitir vistos de turismo, embora tenha recebido turistas no passado.
- O porta-voz chinês Lin Jian resumiu a decisão como positiva para facilitar intercâmbios entre os povos dos dois países.
- A ligação foi interrompida em janeiro de 2020, no início da pandemia de covid-19, quando a Coreia do Norte fechou fronteiras.
A Air China retomou os voos diretos de passageiros entre Pequim e Pyongyang, após seis anos de suspensão. A operação marca mais um passo na abertura de ligações com a Coreia do Norte, país amplamente considerado entre os mais fechados do mundo. A tendência pode facilitar deslocações de visitantes chineses, segundo agências internacionais.
De acordo com o porta-voz chinês Lin Jian, a medida é vista como positiva para facilitar intercâmbios entre os povos dos dois países, considerados vizinhos amigos. A operação foi anunciada pela transportadora e anunciada pela agência AFP como parte de uma retomada gradual de ligações aéreas.
Segundo os sistemas de reservas da Air China, o serviço deverá funcionar inicialmente com uma frequência semanal, às segundas-feiras. A ligação entre Pequim e Pyongyang foi suspensa em janeiro de 2020, no início da pandemia de covid-19, quando a Coreia do Norte fechou fronteiras e reduziu o tráfego internacional.
A Coreia do Norte tem adotado maior cautela do que a China na gestão de vistos de turismo, mantendo ainda relutância em emitir vistos para viajantes, apesar de ter já recebido turistas no passado. A retomada de voos ocorre numa altura em que Pyongyang reforça o controle sobre deslocações de visitantes.
Analistas dizem que a reabertura pode sinalizar uma normalização parcial de contactos entre ambos os países. O retorno de voos diretos facilita viagens de curta distância entre as capitais e pode influenciar a mobilidade regional, ainda que permaneçam restrições de entrada na Coreia do Norte.
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