- Os EUA e Israel lançaram ataques contra o Irão a 28 de fevereiro, alegando a necessidade de eliminar ameaças nucleares.
- A ofensiva desencadeou uma escalada de tensão na região, com Teerão a atacar Israel e interesses norte‑americanos nos países vizinhos.
- Na troca de acusações, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaça que “muito mais se seguirá” no Irão.
- O preço do petróleo disparou face às ações militares e à escalada de conflitos.
- A reportagem acompanha os principais desenvolvimentos do 35.º dia de guerra.
Os EUA e Israel lançaram ataques contra o Irão a 28 de fevereiro, alegando a eliminação de ameaças nucleares. A ofensiva intensificou as tensões na região e criou uma escalada rápida de retaliação.
Teerão respondeu a atacar Israel e alvos norte-americanos nos países vizinhos, em ações que aumentaram o risco de confrontos prolongados. A comunidade internacional pediu moderação e cessar-fogo.
O governo norte-americano não divulgou números oficiais de danos, mas afirmou que a ofensiva visou capacidades estratégicas do Irão. Israel não confirmou detalhes das operações.
Desdobramentos regionais
Analistas destacam a possibilidade de ataques em cadeia entre países da região, com impactos em infraestruturas e ações de aliados. Serviços de segurança monitorizam movimentos de forças.
No plano diplomático,Washington e seus aliados reiteraram o compromisso com a contenção, enquanto Teerão pediu fim de hostilidades e manteve posição de retaliação. O comércio internacional respondeu com volatilidade.
O preço do petróleo disparou, refletindo temores de interrupções no fornecimento na região do Golfo. Economistas indicam que efeitos variáveis podem surgir conforme evoluam as situações militares.
Este é o 35.º dia de conflito reportado na região, com desenvolvimentos diários que mantêm o mercado global em alerta. Autoridades pedem tranquilidade e observação das próximas etapas.
Entre na conversa da comunidade