- O texto defende que ciência e religião podem coexistir desde que cada uma respeite a esfera da outra.
- Observa que conflitos entre ciência e religião têm relação com disputas sobre autoridade — quem decide o que é certo ou errado.
- Aponta a Royal Society de Londres, a mais antiga sociedade científica em funcionamento contínuo.
- Na entrada da instituição está gravado o lema “Nullius in verba” (não acredite na palavra de ninguém).
Ainda que haja posições mais extremadas, ciência e religião podem coabitar, desde que cada uma respeite a esfera da outra.
Disputas sobre autoridade marcaram a relação entre as duas áreas, com perguntas sobre quem define o que está certo.
Na Royal Society de Londres, a entrada exibe o lema Nullius in verba, que traduz-se por não aceitar a palavra de ninguém.
O texto aponta que o diálogo entre ciência e religião pode esclarecer mal-entendidos e promover uma compreensão mais informada.
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