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Deus, ciência e mal-entendidos em debate contemporâneo

A coexistência entre ciência e religião depende do respeito mútuo entre esferas, lembrando o lema da Royal Society: “Nullius in verba”

O Papa João Paulo II, que reconheceu publicamente, em 1992, que a condenação de Galileu tinha sido um erro
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  • O texto defende que ciência e religião podem coexistir desde que cada uma respeite a esfera da outra.
  • Observa que conflitos entre ciência e religião têm relação com disputas sobre autoridade — quem decide o que é certo ou errado.
  • Aponta a Royal Society de Londres, a mais antiga sociedade científica em funcionamento contínuo.
  • Na entrada da instituição está gravado o lema “Nullius in verba” (não acredite na palavra de ninguém).

Ainda que haja posições mais extremadas, ciência e religião podem coabitar, desde que cada uma respeite a esfera da outra.

Disputas sobre autoridade marcaram a relação entre as duas áreas, com perguntas sobre quem define o que está certo.

Na Royal Society de Londres, a entrada exibe o lema Nullius in verba, que traduz-se por não aceitar a palavra de ninguém.

O texto aponta que o diálogo entre ciência e religião pode esclarecer mal-entendidos e promover uma compreensão mais informada.

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