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Sala de baile de Trump na Casa Branca recebe luz verde

Comissão de planeamento aprova a modernização da ala leste da Casa Branca, a custo de 400 milhões de dólares, gerando protestos e dúvidas sobre o processo

Donald Trump com o projecto para as obras na Casa Branca
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  • A Comissão Nacional de Planeamento da Capital aprovou o “Projeto de Modernização da Ala Este” da Casa Branca, dois dias depois de um juiz ter decidido que as obras não podiam avançar sem aprovação do Congresso.
  • O salão de baile terá custo de cerca de 400 milhões de dólares (aprox. 347 milhões de euros) e ocupará 8.400 metros quadrados.
  • O Presidente republicano afirma que o espaço será um símbolo duradouro da sua presidência, financiado privadamente.
  • O arquiteto e político Phil Mendelson criticou a rapidez do processo, classificando o salão como “demasiado grande” e sugerindo uma versão mais pequena.
  • Protestos diante da comissão reuniram mais de uma dúzia de manifestantes; alegações de 35.000 comentários públicos, com 97% contra o projeto.

O projecto de modernização da Ala Este da Casa Branca, que contempla a construção de um salão de baile, recebeu aprovação das autoridades de planeamento de Washington. A decisão foi tomada na quinta-feira, dois dias após um juiz ter determinado que as obras não podiam avançar sem a aprovação do Congresso.

O salão de baile terá cerca de 8400 metros quadrados, com um custo estimado em 400 milhões de dólares, cerca de 347 milhões de euros. O objetivo é criar um espaço que o Presidente dos EUA considere um marco duradouro da sua administração, financiado de forma privada.

A aprovação decorreu da Comissão Nacional de Planeamento da Capital, presidida por um antigo advogado de Trump. A decisão chega em meio a dúvidas sobre o ritmo do processo e ao surgimento de várias críticas ao projeto.

Controvérsia e reacções

O membro da comissão Phil Mendelson criticou a velocidade do processo, afirmando que a obra parece apressada e que poderia ser mais modesta na dimensão. Manifestantes juntaram-se à frente do edifício, com cartazes contra o projeto e uma alegada grande quantidade de comentários públicos.

Segundo movimentos de defesa do interesse público, milhares de contribuições foram recebidas, com a quase totalidade a manifestar resistência ao salão. Assinalam que o povo quer ver a Casa Branca devolvida ao seu funcionamento original, sem alterações expressivas.

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