- O Irão promete ataques esmagadores e mais destrutivos contra os EUA e Israel, após o discurso de Trump na Casa Branca.
- O porta-voz da sede central dos Guardas Revolucionários disse que o Irão vai intensificar as operações militares até que os inimigos enfrentem “arrependimento e rendição permanentes”.
- Trump afirmou que os EUA estavam perto de atingir os objetivos, mas que os ataques poderiam intensificar-se se não houver acordo negociado.
- O conflito levou a respostas de defesa aérea no Golfo, com o Estreito de Ormuz a ganhar importância estratégica para o comércio de petróleo.
- As consequências económicas incluem subida do petróleo e quedas de mercados, com o mundo a sentir impactos e a China a acusar os EUA e Israel de bloqueio.
O Irão prometeu ataques esmagadores contra os EUA e Israel após o discurso de Donald Trump, na Casa Branca. O regime promete intensificar operações militares, esclarecendo que lutará até que haja arrependimento e rendição permanentes.
O porta-voz da sede central da Khatam al-Anbiya, Ebrahim Zolfaqari, indicou que Teerão vai aumentar ataques contra inimigos. As declarações foram veiculadas pela agência Tasnim, próxima ao poder no Irão.
Trump, no seu discurso de hora de ponta, disse que os EUA estavam perto de atingir os objetivos, mas que o ataque iria intensificar se o Irão não chegasse a acordo. Referiu-se a levar o Irão de volta à Idade da Pedra.
Contexto internacional
O conflito envolveu países do Golfo, com as defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos a responder a ameaças de mísseis e drones. O Estreito de Ormuz voltou a ganhar relevância, com o Irão a prometê-lo manter fechado aos inimigos.
Trump condicionou um cessar-fogo à reabertura do estreito, enquanto Macron considerou irrealista uma operação militar para libertar a via. A tensão reforçou a dependência global do petróleo e a necessidade de vias seguras de navegação.
Os impactos econômicos inaudíveis já se fazem sentir: o petróleo respondeu com subida de preços e mercados de ações mostraram volatilidade. O Estreito de Ormuz continua a ser uma peça-chave na logística energética mundial.
A China, importante importadora, acusou os EUA e Israel de serem a causa principal do bloqueio, numa leitura que acrescenta pressão sobre a inflação global. Economistas alertam para riscos de inflação e perturbações no abastecimento.
As consequências estendem-se ao setor de transporte aéreo e aos custos de combustível. Em várias regiões, governos e empresas avaliam medidas para mitigar prejuízos e assegurar o abastecimento.
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