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Ex-primeiro-ministro britânico acusa esquerda de antissemitismo e aliança com islamitas

Blair acusa a esquerda britânica de antissemitismo ao aliar-se aos islamitas, citando ataques e a emigração de judeus para Israel

Tony Blair
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  • Tony Blair acusou a esquerda do Reino Unido de antissemita por ser demasiado complacente com o islamismo político.
  • Em artigo no The Times, Blair disse que é legítimo criticar Israel, mas muitas vezes isso deriva em antissemitismo.
  • Citou o aumento de incidentes antissemíticos no Reino Unido, incluindo o ataque a uma sinagoga em Manchester, em outubro de 2025, que deixou mortos e feridos.
  • Defendeu que existe um antissemitismo moderno e que parte das comunidades judaicas com raízes na Europa pode emigrar para Israel por se sentirem inseguras na Europa.
  • Afirmou haver uma “versão da esquerda” em aliança com islamitas e associou o fenômeno à recusa em reconhecer as razões de Israel para a guerra em Gaza desde 7 de outubro de 2022; reiterou críticas às razões de Netanyahu sobre a proibição de bens em Gaza.

Tony Blair lançou acusações contra a esquerda do Reino Unido, dizendo que é antissemita por ser conivente com o islamismo político. O ex-primeiro-ministro publicou um artigo no The Times, citado pela EFE, com o título Devemos acabar com a aliança profana da esquerda com os islamitas.

Blair sustenta que é legítimo criticar o Estado de Israel, mas que essa crítica pode degenerar em antissemitismo. O ex-líder afirmou que partes da esquerda apresentam comunidades judaicas como defensoras de Israel, tornando os judeus alvos de ataques.

O comentário surge após o aumento dos incidentes antissemita no Reino Unido, incluindo o ataque a uma sinagoga em Manchester em outubro de 2025, que deixou mortos e feridos. Blair afirma que existe um antissemitismo moderno em vários países europeus, levando alguns judeus a emigrar para Israel.

Blair defende que o antissemitismo assumiu novas formas e que há uma versão da esquerda que se aliaria aos islamitas. Segundo ele, esse novo antissemitismo foi alimentado pela recusa em reconhecer as razões de Israel para a guerra em Gaza após 7 de outubro de 2022.

Na defesa de Israel, Blair também cita declarações de Benjamin Netanyahu sobre a proibição de entradas de bens em Gaza, argumentando que essa medida se passa pela preocupação com o uso desses materiais para fins terroristas.

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