- Donald Trump zombou ao referir-se ao Estreito de Ormuz como “estreito de Trump” numa conferência em Miami organizada pelo fundo soberano da Arábia Saudita.
- Corrigiu-se a seguir, dizendo que não comete “acidentes” e que as fake news irão dizer que ele disse sem querer.
- Afirmou que há um avanço militar no Médio Oriente, com objetivos a cumprir “a bom ritmo” e a liderança iraniana considerada “dizimada”; ainda faltam milhares de alvos, mas a operação deve terminar rapidamente.
- Sugeriu que negociações diplomáticas estão a evoluir, afirmando que o Irão terá “implorado” por diálogo; comentou ainda que Mojtaba Khamenei poderá estar morto ou incapacitado.
- Afirmou um afastamento dos aliados europeus, elogiando os países árabes e agradecendo à Arábia Saudita, em contraste com críticas à NATO.
Donald Trump voltou a usar o humor no palco de uma conferência em Miami, organizada pelo fundo soberano da Arábia Saudita. O tema central foi o Estreito de Ormuz, que o presidente chamou de Estreito de Trump numa brincadeira que gerou risos entre o público.
Logo de seguida, Trump corrigiu-se quase de imediato, negando que haja “acidentes” nas suas palavras. Pediu desculpas de forma irónica, sublinhando que não há erros sem intenção.
Na intervenção, o Presidente descreveu um cenário de avanço militar no Médio Oriente, afirmando que os objetivos vão a bom ritmo e que a liderança iraniana está “dizimada”. Acrescentou que ainda faltam milhares de alvos, mas que a operação poderá terminar rapidamente.
Paralelamente, Trump disse que as negociações diplomáticas estão em evolução e que o Irão terá “implorado” por diálogo, segundo a sua leitura dos acontecimentos. Não forneceu detalhes adicionais sobre prazos ou métodos.
O chefe de estado comentou também a liderança iraniana, sugerindo que Mojtaba Khamenei poderá estar morto ou incapacitado, acrescentando que ninguém quer liderar aquele país. Este comentário não foi corroborado por fontes independentes.
Reaproximação com aliados árabes
O discurso revelou um afastamento dos aliados europeus, com elogios explícitos aos países árabes. Trump agradeceu à Arábia Saudita pelo apoio, em contraste com críticas à NATO, afirmando que o reino os ajudou muito.
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