- O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Chipre avisou que os cidadãos que viajem para o Médio Oriente o fazem por sua conta e risco, e o governo não organizará nova operação de repatriamento.
- Chipre atualizou orientações de viagem, recomendando evitar Emirados Árabes Unidos, Iraque, Israel, Qatar, Kuwait, Líbano, Reino do Bahrein e Arábia Saudita.
- Cerca de 1.000 cidadãos regressaram a Chipre, principalmente dos Emirados Árabes Unidos, desde o início da guerra.
- Com a Páscoa ortodoxa a aproximar‑se, verifica‑se tendência de aumento de viagens para as regiões abrangidas, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
- O turismo em Chipre continua sob pressão: cancelamentos de alugueres de curta duração chegaram a 100% nos dias após o início do conflito, as ocupações hoteleiras continuam baixas em abril, e os EUA e o Reino Unido elevaram as orientações para Chipre ao nível três em março.
O governo cipriota avisou que não vai organizar novas operações de repatriamento para cidadãos que viajaram para o Médio Oriente. A orientação vem numa altura em que cresce o número de viajantes para as regiões abrangidas pela recomendação do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Konstantinos Kompos, explicou que os cidadãos viajam por conta própria e risco, e que não haverá novas operações de repatriamento. Este aviso reforça a responsabilidade individual de quem se desloca para além das diretrizes.
Chipre atualizou as orientações de viagem e recomenda evitar viagens para Emirados Árabes Unidos, Iraque, Israel, Qatar, Kuwait, Líbano, Bahrein e Arábia Saudita. A medida visa reduzir riscos associados ao conflito no Médio Oriente.
Cerca de 1.000 cipriotas regressaram ao país, sobretudo vindos dos Emirados Árabes Unidos, após o início da guerra. Contudo, com a aproximação da Páscoa ortodoxa, cresce a tendência de viagens para as regiões mencionadas.
O MNE assinala que o esforço de repatriamento já foi concluído, não podendo ser retomado. A prioridade recai na responsabilidade individual dos viajantes que decidam deslocar-se a zonas sob orientação de viagem.
As autoridades cipriotas acompanham também impactos no turismo. Dados da AirDNA indicam que as taxas de cancelamento de alugueres de curta duração chegaram a 100% nos dias seguintes ao início dos conflitos, em média.
As ocupações hoteleiras para abril permanecem baixas, com o fluxo de reservas em linha com o início da época turística. Em março, os EUA e o Reino Unido elevaram o nível de alerta para Chipre, para 3, exigindo reconsideração de viagens.
Entre na conversa da comunidade