- Teerão ainda não tomou a decisão final sobre o acordo de paz proposto com os Estados Unidos.
- O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirmou que o acordo está mais perto do que nunca e deverá ser concluído em 24 horas.
- Uma delegação do Qatar chegou a Teerão para acompanhar os desenvolvimentos do processo diplomático.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a assinatura seria amanhã e que, após, o estreito de Ormuz ficaria aberto a todos.
- A agência Tasnim indicou que a delegação qatari avaliaria os desenvolvimentos e que qualquer acordo depende de reabrir o estreito de Ormuz e de pôr fim ao programa nuclear iraniano.
Irão adia decisão final sobre acordo de paz com os EUA
O Irão ainda não deu sinais de uma decisão final sobre o acordo de paz com os Estados Unidos, apesar de indicações de avanço feitas no fim de semana. As negociações continuam em Teerão e envolvem várias delegações internacionais.
No sábado, o histórico mediador paquistanês afirmou que o acordo está cada vez mais próximo, estimando conclusão nas próximas 24 horas. Ao mesmo tempo, o Presidente norte-americano deixou entender que o texto já estaria pronto para assinatura.
Uma delegação do Qatar chegou à capital iraniana neste domingo, com o objetivo de acompanhar os desenvolvimentos diplomáticos. Segundo a agência Tasnim, a missão deve avaliar o progresso do diálogo em torno do processo.
Contexto e condições para um acordo
O acordo depende de Teerão aceitarem a reabertura completa do estreito de Ormuz, um ponto estratégico para o tráfego de petróleo e gás, além do encerramento de parte do programa nuclear. O governo iraniano não confirmou, até ao momento, uma assinatura formal.
O Presidente dos EUA afirmou que, se assinado, o acordo representaria uma barreira efetiva contra a proliferação de armas nucleares. Mantém, no entanto, uma advertência sobre o uso de vias alternativas caso o processo não avance como esperado.
Perspetivas e próximos passos
Espera-se que, após uma possível assinatura eletrónica, haja uma fase de negociações técnicas na semana seguinte. O Paquistão tem participado ativamente como mediador central nas negociações entre as partes envolvidas.
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